Sejam bem-vindos todos e todas!
Este é o meu livro de imagines que eu estou republicando em outra conta após ter perdido a minha conta principal! Algumas me conheceram por Aanasenju, mas agora aqui estou eu retomando tudo, como anadyeager.
Neste l...
Meu sumiço não foi por mal. Foi pelo trabalho exaustivo, pelo bloqueio criativo e, principalmente, por mim mesma. Eu precisava me afastar um pouco, descansar da cobrança que estava sentindo em relação a tudo isso e simplesmente respirar.
Continuo amando muito vocês e espero, do fundo do coração, que continuem amando a minha escrita também. Porque este capítulo... Ele tem 40.351 mil palavras, e eu espero que vocês fiquem completamente loucas por ele, assim como eu fiquei enquanto escrevia.
Eu assumo que ainda existem alguns trechos que precisam de pequenas revisões. E, acreditem, eu sei disso. Este capítulo já passou por pelo menos cinco revisões: eu mesma revisei, e minha revisora linda, Julia, também passou por ele duas vezes. Mas ele é tão extenso que, em determinado momento, nossos próprios olhos começam a se perder no texto. Há algumas repetições aqui e ali, e peço que entendam: eu passei meses, talvez até anos, escrevendo essa história. É natural que algumas coisas tenham escapado.
Então pensei: é melhor entregar a vocês assim, com pouquíssimas correções ainda pendentes, do que voltar para a revisão mais uma vez e acabar demorando ainda mais para postar.
Por isso, perdoem os pequenos erros. Prometo que eles não diminuem nem um pouquinho todo o amor que existe neste capítulo.
E agora, vamos ao que realmente interessa:
Boa leitura. ♡
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As ruas de Paris, na região onde vivia a elite, eram uma combinação de luxo e história. Grandes avenidas arborizadas com castanheiras, cercadas por edifícios de arquitetura barroca e neoclássica, exibiam uma imponência que refletia a riqueza de seus moradores. As fachadas detalhadas, portões de ferro forjado e janelas amplas com cortinas luxuosas eram sinais do bom gosto e da fortuna acumulada por gerações.
No inverno, o frio intenso envolvia a cidade, dando às ruas uma atmosfera única. O vento gelado do rio percorria os becos e avenidas, provocando arrepios que faziam as damas da alta sociedade se enrolarem ainda mais em seus mantos de pele. As luzes douradas dos postes projetavam sombras nas calçadas de pedra, criando um contraste entre o calor das lâmpadas e a frieza do ar. O som dos carros ecoava no ar gelado enquanto carruagens elegantes de turismo levavam seus passageiros a jantares e bailes nos luxuosos salões.
As vitrines de lojas de alta costura e joalherias brilhavam, competindo com o brilho das estrelas. Cafés elegantes, com fachadas de vidro e ferro, ofereciam um refúgio aconchegante do frio, onde se podia saborear um chocolat chaud enquanto se observava o movimento calmo dos pedestres.
Ao fim dessa paisagem sofisticada, estava o prédio da polícia. Mesmo com sua função prática, não destoava da grandeza ao redor. Era um edifício sólido e simétrico, com colunas de pedra e uma entrada principal vigiada por guardas atentos. As janelas altas e estreitas davam uma sensação de vigilância constante, enquanto as bandeiras da cidade tremulavam ao vento. Sua presença forte servia como um lembrete de ordem e segurança no meio do luxo das elegantes ruas de Paris.