Capítulo 73

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ente nem questionavam a possibilidade que eu fosse aparecer na porta deles, segurava a caixa de pizza em frente ao olho mágico, essa era recheada de chumbo, toquei a campainha, alguns segundos e risadas puderam ser ouvidas, levou um tempo e a porta foi aberta e um homem gordo, careca e com pele latina abriu a porta

- Quanto te devo? – ele falou

- É por conta da casa – falei puxando o gatilho e pela distancia e a potencia da calibre dose explodi a cabeça dele fazendo ele cair pra trás. Entrei rápido na casa antes que eles pudessem reagir, chutei uma porta que tinha ali e lá dentro estava recheado deles se drogando, larguei o dedo la dentro, foram os seis tiros que me restavam, recarreguei e podia ouvir o barulho da metralhadora da Veronica do lado de fora – em cima – falei pra ela enquanto atirava nos que estava vindo pelas portas de baixo, vi dois homens e uma mulher correrem para outro cômodo, minha munição da dose tinha acabado, então saquei minhas duas pistolas – Eles saíram daqui

- Eles não param de vir lá de cima – ela falou, peguei a granada explosiva e taquei la em cima, fiz sinal pra irmos para o outro cômodo

- MATEM AQUELA VADIA SEUS INUTEIS – ouvi a voz dele nervoso, ouvi passos rápidos e fiz sinal para Vero

- Com cumprimento de Lauren Jauregui – joguei a granada de efeito moral no corredor e deu pra ouvir alguns gritos por conta do susto – AGORA – gritei para Vero aparecemos atirando com tudo que a gente tinha, dez homens foram mortos ali, recarreguei minhas pistolas, mas mais homens apareceram e começaram a atirar na gente, nos escondemos atrás de umas pilastras que tinham ali

- O chefe já saiu? – deu pra ouvir um dos homens falando, ele ta indo para os carros, Vero abriu um grande sorriso e apertou o botão dos explosivos, o estrondo enorme explodiu as janelas de vidros, a casa chegou a tremer, explodimos todos os carros e espero muito que ele esteja dentro de um deles, mas se não tiver acabarei com ele com minhas próprias mãos – MATA ESSAS VADIAS – o mesmo homem gritou, dei meus quatro últimos tiros, só tinham dois deles com metralhadoras ali, era para nos distrair e nos prender ali até chegar reforço

- Me da cobertura – falei sem emitir som e Vero estava trocando o pente da metralhadora, ela assentiu e contou até três, então disparou sem olhar, onde eles estavam, assim que ela parou de atirar eu sai, saquei minhas facas de arremesso e corri até eles, o primeiro apareceu, acertei em cheio sua cabeça, o segundo apareceu e eu acertei sua garganta, ele ainda teve tempo de atirar uma vez, olhei para o meu braço e tinha pego de raspão, por conta da adrenalina eu não sentia dor no momento

- CHEFE POR AQUI, EU CHAMEI O HELICOPTERO – um homem falou, a casa era grande, então tinha eco

- Manda todos os homens pra lá, usem o lança foguetes, o que for, mas mata aquela filha da puta – eles apareceram tão rápido atrás de mim que nem deu tempo de reagir

- Mata essa vadia

“fudeu” – foi meu único pensamento, fechei meus olhos e esperei os tiros, estava num corredor, não tinha portas nem janela, nem pra onde ir, Vero ao conseguiria matar todos eles a tempo, mas se ela ficasse viva pelo menos ainda poderia matar o El loco, fechei os olhos e virei o rosto

- A CAVALARIA CHEGOU – Ouvi a voz da Dinah e muitos tiros, até me encolhi no canto para não acertarem em mim – Ta precisando de uma mãozinha A4? – Dinah estava rindo com uma M4A1 nas mãos e estava com um olho roxo? Ao lado dela estava Normani com uma metralhadora também

- Eu sabia que você ia fazer burrice – Mani falou rindo – E nós viemos te ajudar – ela deu uma piscadela e Vero saiu de trás da pilastra

- Nunca pensei que ficaria tão feliz em vê você DJ – Vero falou e logo mais homens surgiram de onde os outros vieram – Vamos segurar eles, vai – Vero falou

The Mission (camren)Onde histórias criam vida. Descubra agora