Galera, seguinte, a postagem depende da presença de vocês nos comentários também, quero saber o que estão achando, um alô já ajuda, "up" também vale, se isso acontecer a postagem também vai acontecer mais rápido.
Eu tinha dito que viria mais cedo postar, mas isso depende de vocês aparecerem também.
Agradecimento especial a Rebolinho, Tammy, Nanis, Giullia e Nicole, que têm me incentivado a continuar as postagens.
Ah, uma perguntinha, o capítulo 26 aparece para vocês?
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Capítulo 29 — Primeira vez
Luiza
Gabriel dormiu na minha casa de novo, meus pais só chegariam na terça a tarde e estávamos em férias, então dormimos agarradinhos até as onze horas da manhã. Depois levantamos e passamos o dia na praia. A noite chegou e a hora de falar com meus pais também. Falei que o Gabriel viria jantar ali e eles acharam a ideia ótima. Sete e meia ele bateu na porta e eu atendi.
— Oi, amor. — Ele me deu um selinho cauteloso para que meus pais não vissem.
— O que foi? Por que você está tremendo? — Perguntei confusa.
— Estou com medo. — Ele disse e eu ri.
— Fica tranquilo.
— Ele vai me matar!
— Para com isso seu idiota. — Falei e abracei ele.
— Ok. — Gabriel respirou fundo.
Ele entrou e eu peguei na mão dele o levando para a sala.
— E aí, cara? — Meu pai cumprimentou.
— E aí...
— Olá, Gabriel! Tudo bem, querido? — Minha mãe deu um abraço nele.
— Tudo sim... — Ele disse envergonhado.
Sentamos na sala e ficamos num silêncio muito tenso.
— O jantar está na mesa... vamos? — Minha mãe chamou.
Gabriel me cutucou e perguntou baixinho:
— Vou falar agora?
— Você quem sabe... — eu sorri e dei de ombros.
— A-aham... Eu, gostaria de falar uma coisa antes... — Ele começou.
— O que? — Minha mãe e meu pai perguntaram praticamente juntos.
— É que... eu gosto muito da Luiza... — ele começou sem jeito — ou melhor, eu a amo... e vim pedir a mão dela em namoro. — Ele disse tímido e todo fofo, meus olhos brilharam naquele momento.
— Finalmente! — Minha mãe disse e riu com meu pai.
— É, estava na hora de vocês se assumirem... — Meu pai afirmou.
— Oi? Como assim? — perguntei confusa.
— Filha, eu aprendi com seu avô a ver quando duas pessoas estão apaixonadas... — Meu pai comentou.
— Ah, nem está tão na cara assim... — Falei incrédula.
— Está escrito na sua testa, querida. O brilho nos olhos dos dois aquele dia na ambulância entregou vocês. — Minha mãe disse.
— Então... tudo bem? — Gabriel perguntou ainda um pouco preocupado.
— Claro! Desde que você cuide dela! — Meu pai disse dando um tapinha nas costas dele.
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Segure minha mão - MIC III (Completa)
RomanceMIC III Segure Minha Mão Ele estava se perdendo aos poucos, sua vida já não tinha mais sentido, tudo o que fazia era curtir, curtir e curtir, nada realmente tinha importância e finais felizes nunca existiram em sua vida, as pessoas que m...
