Capítulo 40

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Capítulo 40 — Dias felizes

Gabriel

Dá para acreditar? O Diogo pegando a Pati, quem diria... Ela que sempre pareceu odiar caras como ele... Se bem que a Luiza também odeia caras como eu... Só que ela me ama. Ah, você entendeu.

Pati disse que Diogo levaria ela, então, fomos embora, deixei o Kauã e a Vic em casa e depois fui para casa com a Lu. Ela desceu do carro, eu o guardei e fui encontrá-la ali no portão.

— Vai dormir comigo hoje? — Perguntei abraçando ela.

— Alguma dúvida? — ela sorriu.

— Aqui ou ali? — perguntei me referindo a nossas casas.

— Na minha, porque ontem já ficamos na sua.

— Ok. — beijei ela.

Entramos e subimos as escadas agarradinhos, os pais dela, como de costume estavam na casa da avó dela, eles vão todos os finais de semana para lá praticamente. Entramos no quarto e ela fechou a porta, tirou a blusa e ficou de sutiã na minha frente.

— Nossa, que fogo. — falei e ri.

— Você me deixa assim. — ela riu de si mesma, sim, ela tinha bebido um pouquinho de mais.

— Ah é? Então vem cá que eu vou te deixar queimando. — agarrei ela e a coloquei na cama deitando por cima.

— Pode vir. — ela disse de olhos fechados enquanto ria.

Coloquei a mão no bolso da calça para pegar a camisinha, mas minha carteira não estava lá, devia ter esquecido no carro. Merda.

— Amor, vou ali pegar camisinha, um minuto tá? — falei e beijei ela.

— Tá, mas vai logo. — ela disse e riu.

Saí correndo para minha casa, abri a porta rápido e fui para a garagem, peguei minha carteira, fechei a casa de novo, com cuidado, para não acordar minha mãe e corri para o quarto da Lu. Cheguei lá e só daí respirei. Abri a porta do quarto e ela estava do mesmo jeito lá na cama, fechei e fui até ela, beijei seu pescoço e fui descendo para os peitos, ela nem se mexeu.

— Amor... — falei no ouvido dela, não tive resposta.

— Amorzinho... — falei beijando seu pescoço.

Ela dormia como uma pedra já e mesmo assim, parecia um anjo. Eu ri, ela tinha me deixado no maior fogo e acabou pegando no sono. Comecei a tirar a roupa dela, cuidando para não acordá-la, tirei os calçados e depois coloquei o pijama nela. Ela nem se quer se mexeu. O jeito foi tomar um banho frio. Depois, deitei ao seu lado na cama e a envolvi em meus braços. Adormeci assim.

Domingo. Acordei e vi ela ainda deitada daquele mesmo jeito, comecei a beijar seu rosto.

— Hum... — ela murmurou.

— Acorda bebum. — falei beijando ela.

— Bebum? Eu nem bebo... — ela disse de olhos fechados e rindo.

— Não bebe água...

— Que horas são?

— Duas da tarde.

— O quê? — ela abriu os olhos.

— Duas... e amor... você está linda. — falei rindo, ela estava toda descabela e com a maquiagem um pouco borrada, mas, mesmo assim, perfeita.

Segure minha mão - MIC III (Completa)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora