Capítulo 30 — Problemas
Gabriel
Transar com ela não foi simplesmente transar, foi muito mais que isso, muito mais mesmo. Foi fazer amor de verdade, eu nunca senti isso por ninguém, meu corpo nunca sentiu tanto prazer. Eu a amo. A amo de verdade. Ela foi simplesmente... a mais perfeita, a única que me completou, não era só sexo, só um orgasmo, eu a sentia completamente em mim, cada pedacinho do seu corpo junto ao meu.
Acordei sábado de manhã e ela estava ali linda, dormindo como um anjo. Levantei com cuidado para não acordá-la e desci para preparar o café. Peguei tudo na cozinha e coloquei numa bandeja, fui até o jardim da casa dela e peguei uma rosa, coloquei em cima da bandeja e subi para o quarto, ela ainda estava dormindo. Sentei na cama e fiquei olhando a minha menina.
— Amor? — ela murmurou de olhos fechados.
— Bom dia. — falei sorrindo e dando um beijo na testa dela.
— Uhum... — ela murmurou ainda de olhos fechados.
— Acorda preguiçosa.
— Nem sou. — ela disse e sorriu de olhos fechados.
— Para você. — falei fazendo ela abrir os olhos para ver o que era.
— Uma rosa! — ela disse sorrindo e sentando na cama. — obrigada amor.
— De nada.
— Café na cama? — Perguntou erguendo uma sobrancelha.
— Pois é... tinha que fazer um agrado né.
— Realmente. — ela disse e pegou o pão com nutella que eu preparei.
— Posso casar já?
— Só se for comigo. — ela riu.
— Isso é um pedido de casamento?
— Não, é só uma ideia... o pedido é com você.
— Então... quer casar comigo? — olhei sério pra ela e ela se engasgou com o pão.
— Casar? A gente namora há duas semanas, Gabriel.
— Mas se conhece há cinco meses mais ou menos...
— Exatamente, a gente se conhece tem muito pouco tempo.
— Por mim eu casava com você agora.
— Para com isso seu bobo. — Ela riu.
Ficamos ali no quarto pela manhã e de tarde tomamos banho de piscina só nós dois.
— Está bom esse sol né amor?
— Muito! — eu disse olhando para a bunda dela.
— Está falando do sol ou da minha bunda? — Ela perguntou fazendo cara feia.
— Dos dois, mas sua bunda está melhor. — Falei na maior cara de pau.
— Aff, seu tarado!
— Você que é uma delícia, amor! — eu disse pegando ela pela cintura.
— É?
— Ô se é! Mas é só minha.
— Toda sua! — ela me beijou e eu correspondi.
— Você me faz tão bem. Não quero te perder nunca.
— É só não me trair nunca! — ela disse séria.
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Segure minha mão - MIC III (Completa)
RomantikMIC III Segure Minha Mão Ele estava se perdendo aos poucos, sua vida já não tinha mais sentido, tudo o que fazia era curtir, curtir e curtir, nada realmente tinha importância e finais felizes nunca existiram em sua vida, as pessoas que m...
