Havia uma senhora,
Senhora de nome peculiar: - Messalina Beretta.
Senhora solteirona de uns 55 anos.
Nunca beijou um beijo "daqueles".
Nunca namorou.
Enfim, nunca se deliciou com coitos.
Pros outros se apresentara,
Mulher carola, mulher beata.
Mas dentro do teu âmago,
Sofreguidão a rodeava.
Seu outro "eu" queria porque queria,
Se encontrar numa fodança
De dia mulher virgem, impoluta, austera.
Tinha fé um estandarte.
Rezava, rezava, rezava, rezava.
Rezava igual as rezadeiras que saem em procissão.
De noite seu outro "eu" se revelava.
Na sua cama debaixo dos lençóis,
Se masturbava, masturbava, masturbava.
Masturbava com dedos, masturbava com mãos.
Masturbava com caneta,
Masturbava com beretta.
Masturbava com lápis, masturbava com cenoura, masturbava com pepino.
Após tanta variedade de masturbações.
Surgiu em suas mãos um caralho monstruoso.
Caralho monstruoso que vibra, vibra, vibra, vibra...
E os gritinhos: - Ui! Ui! Ui! Ai! Ai! Ai!
Ui meu Deus! Ai meu Jesus!
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PORNEIA DESVAIRADA
PoetryATENÇÃO: Este livro não é adequado para pessoas beatas, sensíveis e politicamente corretas. As patuscadas rolam soltas nestes textos, em que nada ficam a dever aos sites e revistas proibidas da internet ou aos lendários "catecismos". Diversos mo...
