Sou feminina lilás.
Sou delicada como lírio.
A verter do colpo a mais pudica feminilidade.
Sou feminina.
Sim,sei que sou.
Sou menininha.
Em meu ventre sinto,
Sinto o enlevo,
Enlevo da infância.
Sou mulher.
Carrego comigo a semente, semente a vida.
À noite,
Entrou em meu quarto.
Minha irmã me acompanha.
Começamos a brincar
Em cima da cama.
Cosquinhas e mais cócegas(risos...)
Sem querer,
Minha irmã rasga
minha roupa.
Olhos fulminantes cruzam-se.
Vou devagarinho nua.
Com delicadeza,
ela tira minha calcinha.
Naquele instante me sucumbo aos desejos de minha irmã amada.
Já nós duas deitadas,
Minha irmã sente o colpo macio,puro em sua língua incestuosa.
Irmã minha,
Começa a deliciar-se,
De meus seios.
Ora a sugar,
ora a morder.
Levemente,suavemente.
Sensação de doçura inenarrável.
Sem tardança,
minha querida,
Grácil irmã a sussurrar,
Vem em meus ouvidos:
"Teus seios são lindos,
Lindos como seixos preciosos.No entanto,
tudo em ti, ressalta tênue
e macio algodão."
Irmã amada minha vem!
Tua língua entra no céu de minha boca.Em suma,
posso contemplar
o infinito infinitamente.
Infinito do universo
que nunca finda.
Saber finalmente que o fazer amor algo transcendental é.
Só uma mulher para entender outra mulher.
Nosso amor fraternal
mais forte continua.
Depois desse desejo veemente, veementemente.
- Por isso amo-te, Flor de Lótus.
- Também te amo, Violeta.
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PORNEIA DESVAIRADA
PoesiaATENÇÃO: Este livro não é adequado para pessoas beatas, sensíveis e politicamente corretas. As patuscadas rolam soltas nestes textos, em que nada ficam a dever aos sites e revistas proibidas da internet ou aos lendários "catecismos". Diversos mo...
