Se você está esperando uma história que a jovem secretária se apaixona pelo seu chefe mal-humorado ou que ela muda ele totalmente e blá blá blá...então peço que mude de história, pois essa é uma bem diferente.
Vamos começar pela parte que não sou...
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Erik
Perfume. Ok Terno. Ok Cabelo. Ok
Tudo pronto. Puta merda. Eu vou jantar com Andrea. Depois de tanto tempo, ainda não acredito que isso está acontecendo. Meu Deus Turner, você parece um adolescente de 16 anos. Tenho que me conter. Dou apenas mais uma ajeitada no meu cabelo pelo espelho, pego minhas chaves do carro e vou para a garagem. Andrea tinha deixado comigo no meu primeiro ano seu endereço, caso algo muito muito muito sério mesmo acontecesse com ela e eu ter que ir em sua casa.
Diferente do que eu imaginava, quando vou indo pelo endereço, é em um lugar bem afastado de Seattle. Quando paro em frente de sua casa fico surpreso. Eu imaginava um palácio, bem daquelas das princesas da Disney. A casa é grande, sim, mas é de um jeito calmo e solitário, deixando-a pequena. Será que eu devo descer e tocar a campainha? Talvez ela não queira eu perto de sua casa. Infelizmente eu tenho que ir devagar. Tudo isso foi um baque para ela. Dou uma buzina e o som sai alto no meio de toda aquela solidão. As luzes de um dos quartos se apagam e o portão grande da frente é aberto.
As luzes da frente se ascendem, me dando a visão incrível de Andrea vido em minha direção.O meu Deus, ela esta maravilhosa.
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Fico meio parado igual estatua e nem lembro de descer e abrir a porta para ela.
-Boa noite...Erik – ainda acho tão estranho ela me chamar pelo primeiro nome. É sempre vagabundo, idiota, e outros.
-Boa noite Andrea. Desculpe não abrir a porta para você. Estava meio sem fala – digo e engulo em seco. O que é que eu estou fazendo? Como sou idiota – Você está muito bonita.
-Hum..obrigada. Mas nem ouse fazer aquelas cantas baratas. Isso seria ridículo. – sua resposta sai como uma ironia e sei que ela não quis falar sério, mas quis arriscar.
O silêncio predominou o carro. Andrea ficou me encarando, como se esperasse que fizesse alguma coisa. O que eu deveria fazer? Ela da uma olhada para o volante, e só assim me lembro que temos que ir. Volto a ligar o carro e sigo o caminho.
-Aonde...-ela coçou a garganta – Nós vamos?
-Eu particularmente não sou fã de restaurante de luxo, mas vamos em um. – olhando de rabo de olho, Andrea dava sinal de que iria sorrir. Mas nada aconteceu. O céu parecia até ter soltado um trovão quando viu o que poderia ter acontecido.