t r e z e |

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O jogo prosseguiu e eu tive que tomar tequila no corpo de Derek e Connor por nunca ter ido a uma boate de stripper e nunca ter feito pelo menos cinco posições do kamasutra durante um transa. Eu já estava começando a achar que os cinco ali eram gigôlos ou muito viciados em sexo pra terem feito tantas coisas.


-Sua vez Ale. – Lucca disse estendendo a garrafa para mim.



-Hmm... – Tentei pensar em alguma coisa para dizer, mas com certeza tudo o que eu falar eles provavelmente já teriam feito então disse a primeira coisa que me veio à cabeça dando um gole na tequila antes. – Já fui amarrada durante o sexo.



-O que? – Lucca perguntou franzindo a sobrancelha para mim. – Tipo essas coisas de sadomasoquismo?



-Sim, mas sem todo o resto da loucura. – Falei dando de ombros. – Só amarrada.



-Isso é sexy. – Erik disse abrindo um sorriso pervertido e meio bêbado. Com certeza as varias latas de cerveja e as doses de tequila estavam começando a fazer efeito.



Passei a garrafa para Erik que deu um gole na bebida fazendo todos olharem para ele.



-Foi para realizar o fetiche de uma garota muito gostosa. – Ele se justificou entregando a garrafa para Lucca que também deu um gole.



-Eu gosto de experiências novas. – Ele deu de ombros passando a garrafa para Bradley que também deu um gole me fazendo fita-lo um tanto surpresa. Bradley não parece o cara que gosta de ser dominado.



-Era um fetiche meu. – Bradley se explicou passando a garrafa, que estava quase vazia, para Connor que a colocou no meio da roda.



-Essas coisas de sadomasoquismo não são comigo. – Ele disse fazendo uma careta que logo se transformou em um sorriso malicioso ao olhar para mim.



-Se deu bem Connor. – Derek disse dando uma risada.



-E como. – Connor disse se colocando na minha frente e me deitando no chão antes que eu pudesse fazer ou falar qualquer coisa.


Connor pegou o limão, o sal e a garrafa e se posicionou em cima de mim me fitando. Ele deu uma breve piscadela e sem cerimônia levantou minha camiseta ate meus seios cobertos pelo sutiã ficarem expostos fazendo quatro pares de olhos analisarem meu corpo me deixando um tanto envergonhada. Connor sem esperar mais colocou o sal no meu umbigo, a fatia de limão entre meus seios me fazendo arfar de surpresa por ele ser tão ousado e por ultimo abriu minha boca puxando de leve meu queixo e despejando o resto de tequila na mesma.



-Não engula. – Ele mandou e eu só assenti de leve.



Ele desceu novamente para meu umbigo colando seus lábios ali me fazendo contrair o corpo pela sensação de seus lábios tocando minha pele. Ele, com um lentidão quase tortuosa, tirou todo o sal do meu umbigo colocando a língua no mesmo e dando um leve chupada me fazendo soltar um suspiro pesado. Assim que acabou com o sal ele subiu para os meus seios e sem hesitar tocou o meu busto com seus lábios puxando o limão e o chupando enquanto seus lábios encostavam ligeiramente em minha pele me fazendo quase engolir a tequila só para soltar um pequeno gemido. Connor tirou o limão da boca e com um movimento rápido porem delicado investiu contra a minha boca sugando a tequila que estava nela e passando sua língua pela minha boca antes de sair de cima de mim e voltar para o seu lugar me deixando completamente desnorteada.

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