Eu disse que ia tentar fazê-lo surtar, mas não disse como. Antônio era tão folgado que começou a me passar um volume grande de coisas quando notou que eu resolvia. Notei que ele guardava as notas mais complicadas embaixo das outras e me passava as benditas quando eu solicitava.
Cris interveio naquela sexta-feira porque viu que nosso coleguinha tava de esperteza pra cima de mim. Gente como eu tava cansado, corri o dia inteiro pra buscar as mercadorias, linhas, códigos dos rolos de malha, etiquetas, rendas e outros produtos de acabamentos usados na produção das peças de roupa.
Nosso objetivo ali era o de manter o estoque alimentado, dar as entradas e no outro lado do galpão onde despachavam as mercadorias para as lojas, era feito a baixa dos materiais e emissão das notas de saída.
— Será que é complicado trabalhar no faturamento?
— Naaa, é facinho. — Antônio levou uma chamada da chefa, mas prosseguiu com sua calma inabalável. — Até um novato consegue.
Eu quis portar uma katana naquele momento, faria ele virar sushi e comeria cada pecinha bem lentamente.
— Ai garoto, para de me chamar de novato. Eu já sei disso tá legal.
— Só... belê.
.
Fim de tarde como eu já esperava, o mozão foi me buscar e gente, tava de molhar a calcinha. Tava suado do trabalho, usando uma regata deixando os dois braços fortes de fora, a calça jeans envelhecida e meio justa deixava o volumão bem marcado... Como eu disse, faltei a aula só pra namorar na quitinete dele até meu horário de chegar em casa e quer saber? Eu conto...
Depois de lavadinho e cheiroso eu fiquei pelado e de bruços para apreciação daqueles olhos famintos.
— Meu Deus, que bundinha dura. — Rodrigo passa a mão grande na minha bunda empinada e dá uns tapinhas. — Caralho, vou beijar esse reguinho, tu deixa?
— Aham...
Sinto sua boca mordendo minhas nádegas, chupando e lambendo, separando e metendo no meu cuzinho. Como que explico a sensação molhada circulando meu buraquinho? Não sei mesmo.
— Contrai, dá uma piscadinha com esse cu. — AHH que nível de putaria é esse? Nessa hora eu fico muito safado e obedeço sem reclamar só pra sentir a língua forçando e me fodendo.
— Mor...
— Fala meu preto... vem me dar uma mamada com essa boca gostosa. Olha... tem essa pica todinha pra você chupar.
Eu sou muiiito obediente nessa hora, porque né...
Ainda mais com a rola grossa e comprida do Rodrigo, faço questão de engolir toda até sufocar.
— Hum... — eu reclamo quando seu dedo grosso entra e sai, roça meu cuzinho e a mãozona espalma na minha bunda só pra eu gemer de boca cheia.
— Gatinho... mama forte, mama essa rola. Depois vou comer a tua bundinha e leitar ela todinha. — Como que eu ia interromper pra falar do preservativo? Bom, eu teria que falar, mas sem quebrar o clima. — Deita de perna aberta, vou te foder bem casalzinho.
— Ai mozão, eu tô mole das pernas... chupa minha bundinha de novo.
Ele não nega. Jamais. Meu pau trepida e quase ejaculo quando ele enfia o dedo do meio até no fundo. Mas eu segurei porque queria cavalgar meu macho até ele gemer bem alto e comigo no comando, meti o preservativo com a boca e ele nem reclamou.
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Amor Virginiano
RomanceFinalizado! Vander é de Virgem, perfeccionista e impaciente. Vander conhece Antônio que é exatamente o seu oposto: bagunceiro e zen, desligado mesmo, pra traduzir ao pé da letra. Ambos precisam ceder. Será que isso vai acontecer? Venha se estressar...
