0,8.

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TAEHYUNG.

































— Jeon, que surpresa. – O timbre de senhora Min se torna presente novamente e seu riso gentil é cativante.

— Olá senhora Min. – O seu envolver é novamente gentil conforme meu timbre não soa frustrado que é a forma que estou neste instante, questionativo e frustrado.

— Por favor não seja cordial parece que não nos conhecemos e que sua história diante de meu filho não foi algo. – O seu olhar é melancólico e divertido, um completo oposto. — Kyung querido, as sacolas. – O timbre agora é doce para o seu marido, o senhor se prepara levantar.

— Ei não se preocupe, eu vou pegar as sacolas. O meu timbre soa alto e Yuna parece desconfortável por uns segundos, a senhora parece desconfortável por eu me oferecer para buscar. E antes que diga algo para me convencer para não pegar as sacolas, digo eu que não sou visita e que não vai ser um problema. Diferente de Taehyung você não pode me convencer. – É singular proferir este nome sem saber quem é o alguém que é nomeado, meu riso acalma Yuna que após uns segundos a me encarar apenas permite que eu vá sem retrucar e ocupa o senhor Min.

  O meu olhar encontra o seu novamente, o olhar verde escuro que agora reflete sobre o sol e que se transforma em claro é novamente gentil. O desconhecido que estava sobre o túmulo de meu hyung é ninguém menos que Taehyung.

— Jeon. – O seu timbre continua firme e grave conforme ele se encontra de frente para o automóvel de família Min e com as benditas sacolas sobre o chão ao seu redor.

  Um casaco fino grande para o seu tamanho de cor branco, um jeans rasgado de cor preto e um tênis comum é o que usa. Seu cabelo de cor branco permanece sobre sua testa porém uma grande mecha se encontra sobre sua orelha esquerda onde um brinco, onde o mesmo brinco prateado reside. Este parece melhor que naquele dia sobre o cemitério, seu olhar cansado ainda é existente porém a epiderme parece menos pálida e parece aceitar os raios solares. Isto é legal, seu melhorar é legal.

— Oi. – E diferente de sobre o túmulo eu consigo responder e isto parece o alegrar, não ser ignorado parece o alegrar. O tal Taehyung ri pequeno e novamente o esquentar surge e neste instante permanece presente por longos segundos que não podem ser ignorados, neste instante eu não vou poder ignorar este calor que me surge interiormente por causa deste hyung. — Eu vou pegar as sacolas, o senhor Min se ocupa diante de sua esposa neste instante. – Explicar é o que surge sobre meu pensamento apenas para não refletir de forma detalhada sobre o esquentar que, de forma alegre, não se encontra mais presente.

— Oh claro! – O hyung responde de forma indiferente conforme sua mão esquerda se esconde sobre seu bolso de jeans e a mão direita mantêm a grande mecha sobre a orelha esquerda. — Yuna foi gentil ao me convidar para comer algo, a senhora amável sabe o que eu consigo e não consigo comer. Médica particular, doutor(a) Min! – Seu riso abre novamente e para não sentir o esquentar, meu olhar observa o chão conforme de forma raivosa eu vou pegar as sacolas.

  Sua declaração final demonstra que este também tem intimidade para com a família Min, demonstra que este também tem apego para com a senhora Min e o senhor Min. E isto fere meu ego.

𝖨𝗇𝗌𝗂𝖽𝖾.Onde histórias criam vida. Descubra agora