Capítulo Nove

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Oi!

Pov Lauren Jauregui

Ter alguma coisa com Camila era como estar no céu e inferno ao mesmo tempo, porque eu nunca sabia em quais lugares os nossos passos nos levariam.

Em um momento, estávamos concentradas nos moldes para os uniformes do meus colegas de faculdade e no momento seguinte, eu estava com o traseiro grudado sob o tecido dos uniformes enquanto meus dedos entravam e saiam de seu sexo.

Como agora:

- Aah, Lauren! - Ela gemeu um pouco mais alto assim que comecei a movimentar seu clitóris.

Eu estava sentada sobre a minha mesa com todos os outros projetos no chão, enquanto ela estava sem roupa em meu colo totalmente exposta para que eu tivesse o livre arbítrio de tocar onde eu quisesse, já que ela estaria de acordo.

Gostava dela porque quase nunca haviam momentos ruins em sua vida, mesmo que o mundo estivesse desabando em sua cabeça.

- E-eu vou gozar! - Ela avisou e eu suspirei me segurando firme para não fazer o mesmo.

Embora Camila não tivesse me tocando, os gemidos dela e o som de suas nadegas batendo contra minhas coxas eram excitantes demais para que eu gozasse sem nenhum tipo de estímulo.

Camila era uma mulher muito incrível para que eu não gostasse disso.

- Eu quero te chupar! - Avisei.

- Eu realmente preciso gozar! - Ela me encarou nos olhos.

Os seus castanhos estavam tão negros que eu quase pude jurar que a cor de seus olhos haviam mudado. Será que os meus estavam iguais?

- Você já gozou três vezes, Camz! - À lembrei. - Uma de quatro, uma sobre mim e comigo e uma se masturbando enquanto me provocava. - Com cuidado, me acomodei melhor agora entre suas pernas e sem cerimônia alguma, a chupei porque sabia que ela odiava preliminares.

Eu perdi a noção do tempo, porque tudo o que eu pensava era me entrelaçar com ela. Eu não sabia as horas em que estávamos dentro daquele laboratório porém, enquanto estávamos quase adormecidas no meio de toda aquela bagunça, meu celular tocou me despertando do breve cochilo. Olhei em volta e me arrastei até a estante em que ele estava, olhei para Camila que dormiu enrolada no tecido que usariamos para o projeto, em algum momento eu tive a sanidade de jogar o mesmo sobre nós duas já que o ar estava ligado.

- Alô? - Falei baixinho para não acordar ela.

- Onde você está?

Era o meu pai, achei estranho porque ele sabia onde eu estava. Sempre soube dos lugares que eu frequentava e com quem eu frequentava, seja pelo GPS do meu celular sempre ativo ou pelo localizador em baixo da minha pele que foi implantado durante minha infância depois que fui sequestrada por uma quadrilha que estava interessada em dinheiro, muito dinheiro mesmo.

- No labs. O que houve? - Voltei para o lado de Camila e fiquei ali abraçando ela.

Até que notei o que eu estava fazendo e precisei me afastar porque não podia permitir que nossa relação fosse por lados que não saberíamos lidar.

Que eu principalmente.

- Lauren, é quase meia noite... Vocês estão aí desde às 16:00 horas! - Eu não soube o que responder, os garotos foram embora antes das dezenove horas e eu não tinha noção de que Camila e eu passamos tento tempo ali dentro. - Está de carro? Quer que eu mande alguém ir te buscar?

Powerful - CamrenOnde histórias criam vida. Descubra agora