🔞🔞🔞Não recomendado para menores de 18 anos pois contém linguagem impropria e cenas de sexo explicito.🔞🔞🔞
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Ele: Victor Bastos Alb...
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Eu estou suando em bicas, já sequei a mão na calça umas mil vezes, o suor está escorrendo pelo rego do cú e não tem como eu secar e parece que eu virei a atração principal desse bar já que a mulher que ta cantando no palco improvisado parece ter perdido a graça e todo mundo resolveu olhar pra minha cara.
A melissa parece que se perdeu dentro do banheiro depois do que eu disse, okay, eu admito que não raciocinei antes de dizer, admito que o álcool se encontra presente na minha corrente sanguínea, mas apesar do meu nervosismo, eu me sinto leve, por ter posto pra fora um segredo que eu guardo a sete chaves a anos.
Eu finalmente tomei coragem e me declarei para a mulher que eu amor, e graças a Deus eu saberei se é recíproco ou não, pois ela esta finalmente caminhando lindamente de volta a nossa mesa.
-Mel....- digo tentando iniciar um dialogo com ela.
- Nossa, o banheiro tava bastante cheio. Já pediu a conta? Tomara que não, pois eu quero uma sobremesa. Deixa eu ver o que tem de bom aqui.- ela diz tentando fugir do assunto
Ela desatou a falar, uma característica simples de quando ela fica nervosa e puxou o cardápio que estava sobre a mesa no canto esquerdo.
- Mel...- digo tentando de novo.
- O que será que eu peço hein? É tanto doce que eu até fico indecisa.- ela diz rindo nervosa
- Não precisa fugir do assunto, se não quiser falar, eu vou entender.- digo por fim
Apoiei os cotovelos na mesa e a observei por alguns segundos e pude ver que seus olhos ficaram cheios d'água em questões de segundos.
- Eu... a gente pode conversar em outro lugar? Aqui ta cheio demais para essa conversa tão íntima.- ela diz suspirando
- Eu vou pedir a conta. E não! Eu convidei, eu pago.- digo
Já cortei logo essa mania dela de querer pagar tudo e chamei o garçom que veio a nossa mesa com a maquininha de cartão e logo o pagamento foi feito e nós saímos do restaurante.
- Onde você quer ir? Praia!- pergunto já sabendo da resposta
Ela sorriu concordando e me seguiu até o carro.
A praia era o lugar onde ela mais gostava de ir pra se desconectar de tudo, em algumas situações que ocorreram ao decorrer da sua vida e ela precisava pensar, ela sempre vinha pra cá.
Estacionei o carro em frente ao posto 3, atravessamos a rua e ela se abaixou para tirar a sandália e eu tirei meu sapatênis para poder caminhar tranquilamente sobre a areia.
Andamos alguns metros e nos sentamos lado a lado para ouvir o barulho das ondas.
- Porque você nunca me contou?- ela me perguntou depois de uns 10 minutos só de silêncio.
- Nunca tive coragem suficiente.-digo suspirando
Ela se virou pra mim e me questionou mais uma vez.
- Você sempre me disse que.. que amava uma pessoa, m-mas sempre que eu te perguntava o porque de nunca ter se declarado, você sempre dizia ter medo de não ser correspondido. E esse tempo todo, era eu.- ela diz não contendo mais suas lágrimas.
- Mel..-digo
- Você tem noção de como eu sempre quis ser essa pessoa? Tem noção de como eu espraguejei e xinguei essa mulher de tudo quanto foi nome? E no final essa filha da puta sortuda, sou eu.- ela diz descrente
Ela chorava e socava meu peitoral e eu segurei os seus braços a fazendo parar e abracei. A gente chorou juntinho e ela soluçava sem parar e eu comecei a ficar nervoso, porque toda vez que isso acontece ela se desespera e começa a ter falta de ar.
- Shiuu, calma minha preta, respira se não você vai passar mal.- digo pedindo na tentativa dela se acalmar.
- E-e-eu t-to melh-o-or.- ela diz respirando fundo.
- Quer uma água de coco? Eu compro rapidinho ali no quiosque pra você.- digo
Ela negou.
- D-desculpa, meu ataque já acabou.- ela diz sem graça e passou a mão no rosto para tirar todo resquício de lagrima.
- Não foi ataque, eu entendo você, eu nem respirei direito e já joguei na sua cara essa paixão platônica que eu tenho por você.- digo
Acariciei sua bochecha e recebi a resposta que ansiei ouvir durante anos.
- Não é platônica, quando se é correspondida. Ela diz baixinho
Ela colocou a sua pequena e delicada mão por cima da minha.
- Você ta esperando o que pra me beijar?- ela pergunta
Não esperei nem mais um segundo e juntei nossas bocas em um beijos apaixonado, senti suas pequenas mãos macias acariciarem minha barba e por alguns momentos se perderem no meu cabelo. Sou um bobo apaixonado, mas o tesão ta acumulado e já tem anos, tasquei um apertão naquela bunda deliciosa e a ouvi gemer durante o beijo, pronto, meu pau ficou duro e a safada ainda passou a mão e eu quase que gozo nas calças.
- Você ta de pau duro e meu grelo ta piscando.- ela diz me fazendo rir
- Você vai me fazer gozar nas calças, se controla que a praia não está totalmente deserta.- digo respirando com dificuldade
Ela se sentou no meu colo e enfiou a mão dentro da minha cueca box, me deixando todo arrepiado.
- Tá maluca, garota. A gente pode ser preso por isso, sabia?- digo prendendo a respiração
- Que foi? Eu só quero ver o tamanho do pau que vai me descabaçar, e é bem grande.- ela diz assanhada
Ela me lançou um olhar de tarada e eu tirei sua mão de dentro da minha cueca.
- Se controla que tudo tem seu tempo e em breve você vai ver ele de perto.- digo sussurrando em seu ouvido
Ela se arrepiou e capturou minha boca em um beijo quente e cheio de tesão reprimido.
- Eu to pegando meu melhor amigo, isso é pecado?-ela diz parando o beijo e me olhando nos olhos enquanto fazia um carinho gostoso na minha barba.
- Não preta, não é.- digo
Minhas mãos faziam carinhos em sua cintura enquanto a gente continuava naquela troca de olhares.
- Como é que vai ser agora, a gente vai ficar se pegando escondido?- ela diz rindo
- Não sei você, mas eu já escondi tempo demais o amor que eu sinto por você.- digo