Capítulo 11

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Dante

Encontrei o rato fujão antes do previsto e retornei incógnito para Nova York.

Hoje eu estava a fim de me divertir um pouco. Iria dar um pulo em La Nuit, escolher uma mulher gostosa, fodê-la com força e depois voltaria pra casa.

Amanhã iria falar com meu pai e marcar o noivado com a princesinha da Máfia.

Tomei um banho e vesti uma camisa preta e uma calça jeans escura. Hoje eu seria o playboyzinho, não o mafioso.

Minha barba estava bem-feita, o cabelo num corte baixo. Ao longo dos últimos 8 anos, ganhei mais músculos, fiquei com o corpo definido. Eu era alto, com quase 1,90m. Como ia me divertir, optei por usar um coldre na perna e usar uma arma menor. Minha adorada Eagle, ficaria em casa.

Cheguei a boate com Guiseppe, meu segurança pessoal e fui direto para a área vip. Sempre que eu vinha pra cá, gostava de sentar-me numa mesa reservada e observar enquanto me preparava para a caça.

Estava olhando o ambiente quando a vi saindo do banheiro.

A mulher era deslumbrante, usava um vestido prateado justo, deixando pouco a imaginação de como seria perfeito aquele corpo.

Ela tinha os cabelos pretos e longos, a pele branca, os olhos esverdeados, os lábios carnudos pintados de vermelho eram um convite ao pecado. Sim, ela era a mulher que eu comeria hoje até eu me cansar.

Vi que ela estava acompanhada por uma loirinha gostosa que usava vestido vermelho justo. Elas bebiam seus drinks e riam de tudo ao redor. Fiquei observando fascinado, elas se dirigirem pra a pista de dança.

A minha morena era maravilhosa.

Elas dançavam de forma sensual e todos os homens do lugar estavam enfeitiçados pela dupla. Elas pareciam alheias aos olhares masculinos predadores.

Vi quando a loira disse algo no ouvido da minha morena e se dirigiu ao bar.

Aquele era o momento de me aproximar daquela beldade.

Nesse instante, começou uma música de batida sensual, e aquela deusa começou a rebolar aquele traseiro maravilhoso.

Simplesmente não resisti, precisava colocar minhas mãos naquela mulher.

Segurei-a pela cintura. Senti quando ela ficou tensa e eu encostei mais nela, e sussurrei "Relaxa, linda. Só quero dançar com você"

Ela virou a cabeça, e como  enfeitiçada por mim e me olhou de um jeito que ficou impregnado na minha alma. Aquele olhar não condizia com aquele corpo de femme fatale, era algo puro, inocente, quase angelical, uma contraste com a escuridão que era a minha alma. Aquela pureza, aquela luz, mexeu comigo. 

O Inferno de DanteHistórias para pegar e não largar. Descubra agora