Logo eu fiquei famoso entre as mulheres, não por ser simpático ou bonito, muito menos por meu porte físico, fiquei conhecido por saber fazer exatamente como elas gostam.
Comentei com uma conhecida que estava decidido e ela rapidamente espalhou a notícia.
Meu primeiro trabalho foi uma mulher, tia desta minha conhecida, com seus trinta e nove anos que nunca, na vida, tinha conseguido gozar. Ela era casada, dois filhos, vida e família perfeitas porém ela não era feliz. Eu não sabia como me comportar e conduzir a situação então tudo foi mesmo de improviso.
Ela escolheu um hotel muito simples na saída da cidade, até se camuflou a coitada com medo de ser seguida ou reconhecida. Ela estava mais nervosa que eu e queria conversar e eu topei. Me contou quanto desvalorizado, corrido e desgastante é o dia a dia de uma mãe e dona de casa, me disse que o seu marido é muito ocupado com a empresa e que ele foi seu único homem. Até ali.
Até fiquei com pena da mulher em minha frente, ela tinha uma beleza exótica o que faltava mesmo era amar um pouco mais a si mesma. Deixei que ela desabafasse tudo e depois estava pronto para executar o propósito do nosso encontro.
Ela me pediu duas coisas, sem beijos e sem penetração, sem mais delongas tirei toda a sua roupa e me surpreendia. Havia um corpo maravilhoso escondido embaixo daquele emaranhado de roupas de mal gosto. Abri suas pernas e fiz exatamente como a vizinha me ensinou.
Tiro e queda, a dona se tremia toda enquanto gozava, muito mais rápido do que eu imaginei. Ela estava corada e com um brilho nos olhos, se levantou acanhada, se vestiu, deixou dinheiro para pagar tanto a mim quanto ao hotel e se foi.
Assim foi o abre alas da minha carreira e obviamente que não parei por aí. Era duas ou três chamadas por noite nos finais de semana e eu estava adorando.
Sempre mantinha contato com Helena e ela, a cada dia, me incentivando mais e mais para ir morar em Nova Iorque assim como ela. Eu não precisava me preocupar com contas a pagar nem nada do tipo pois meu pai sempre cuidou de tudo, mas eu já estava cansado de ter que dar desculpas de porque sumir em horários inusitados e, por vezes, o final de semana inteiro. Sem contar as perguntas do tipo " você trocou de carro de novo e nem tem um trabalho fixo, promete que não está mexendo com drogas meu filho?
Claro que eu dava desculpas que fazia bicos e com estes eu bancavam meus luxos, mas estava em uma fase exorbitante e a desculpa não colava mais. Com isso, a cada dia que passava eu cogitava mais e mais ir embora com minha amiga.
Comecei a aceitar cada vez mais "convites" pois se eu iria embora tinha que ter onde morar e uma grana de reserva, pelo menos para os primeiros meses. Foi quando apareceu o primeiro convite para um programa com um homem.
Claro que disse não, sou homem porra! Sim, eu já estive com um homem na mesma cama, mas outra ocasião, foi quando fui contratado por uma casal para apimentar a relação deles. Eu comi a mulher do cara junto com ele mas eu não comi ele, isso é muito diferente.
E o tal cliente insistiu, por meses e eu, educadamente sempre recusava alegando o real motivo, não era minha praia. Conversei muito com Helena quanto a esse assunto e, um determinado dia, ela disse a seguinte frase: " Amor eu saio com mulheres também você sabe disso, faço oral, penetração com dedos ou brinquedos, isso não faz de mim menos mulher, comer um cara não vai te fazer menos homem, só mais rico. Não quer beijar o cara, não beije. Seja honesto, satisfaça o desejo dele de ser comido por você, pegue sua grana e vai embora."
Não sei para mulheres, mas para nós homens não é tão simples assim. Como fico de pau duro com um marmanjo de quatro? Sem chance alguma de isso acontecer. Realmente o dinheiro é muito bom mas ainda não acreditava que conseguiria.
Esse mesmo cliente, em uma conversa nossa, disse que não faria nada que eu não quisesse e que se eu fosse me sentir mais a vontade que ele contrataria também uma mulher para participar, mas eu teria mesmo que comer ele.
Eu pensei bastante e por fim acabei aceitando, a grana era o que faltava para eu poder embarcar. Ele marcou em um motel em outra cidade, disse que se preocupava com minha integridade.
A mulher que ele contratou era um espetáculo, fiquei de pau duro só de olhar para ela, estava então meio caminho andado. Ele me deixou o máximo possível a vontade, tomamos um bom champanhe e primeiro quis somente assistir. Red, como se apresentou era muito fogosa e fazia um boquete animal, ela conseguiu colocar todo o meu pau dentro da sua boca, foi uma sensação maravilhosa.
Depois que gozei com ela fiquei bem mais relaxado, então mais champanhe para a cabeça, duas doses de tequila também para arrematar e vamos para a luta.
Red voltou a me beijar me masturbando, já estava pronto para batalha. Estava meio zonzo, confesso, não sou de ficar bebendo, ele se colocou de quatro e honestamente a cena não me agradou nem um pouco ela se colocou meio que sentada sobre ele, assim ela ficaria de frente para mim e eu me ajoelhei logo atrás.
Ela me beijava, me atiçava e esfregava aqueles peitos maravilhosos na minha cara, eu louco de tesão por ela e sem escapatória penetrei.
Não tem como negar que senti um certo asco por estar dentro de um homem, Red me ajudou bastante desviando o máximo do meu foco possível para ela. Não demorou muito o cliente gozou e soltou seu corpo, caindo deitado, Red me jogou deitado na cama, tirou o preservativo que eu havia colocado e sentou, me colocando dentro dela de uma só vez.
Ela pulou feito uma maluca, gozou e logo me fez gozar.
Saldo da noite: comi um cara mas Red e a grana fez ter valido a pena.
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O profissional - Lery
RomanceLery, originalmente Eduardo, veio do Brasil para Nova York, a exemplo de sua amiga Helena para exercer sua profissão. "Michê", "Prostituto" é alguns dos nomes em que era chamado. A verdade que é que Lery era um profissional do sexo. Com suas própria...
