Acordei cedo. Hoje é meu primeiro dia de trabalho, tô empolgada. Me vesti e coloquei um traje de roupa que o Matthew me trouxe na noite passada. Era o uniforme da empresa. Lindo, gostei, e eu ficaria super sexy nele. Pela primeira vez sair de casa sendo quem eu sou. Vesti uma calça jeans meio justa, e o uniforme da escola que eu tinha cortado um pouco, fazendo um pouco de cropped. Tô feliz. Meus pais estavam tomando café na mesa, minha mãe me desejou bom dia e meu pai apenas me olhou e desviou o olhar. Harry estava comendo e na hora parou.
- Sem pressa Harry, come aí. Ainda vou organizar uns papéis. - Ele sorriu pra mim.
Harry só pensa em comer, jogar vídeo game e fingir pros amigos que pega mulher. Isso meu pai não vê. Os pornô que ele assiste de madrugada. Temos um histórico compartilhado, e dá pra vê tudo. Mas pelo visto meu pai não liga, ele é homem e pode. Mas disso meu pai jura que tá salvo. Machismo, superioridade. Ele acha que esses fatores são ótimos pra igreja dele. Então que se foda.
- Já que você trabalha precisa entender umas coisas. - Meu pai falou sem me olhar. Já tô vendo o estresse que vou ter antes de dá sete horas da manhã. - Precisa pagar uma quantia x para casa, para ajudar nas contas e na feira, e também seu carro, sua responsabilidade. Vai precisar pagar as parcelas dele, ipva, qualquer multa que você pegar, assistência, gasolina, e também qualquer dano. Entendeu?
- Relaxa papai querido. Eu entendi o que quis dizer, mas não se preocupe. Não pedirei nada a você. - Sorri de forma debochada pra ele e enfiei uns papéis na bolsa. - Vamos Harry. Não quero me atrasar.
Harry pegou a mochila e correu pro meu carro. Dei um beijo na cabeça da minha mãe e saí de casa. Liguei o carro e segui a caminho da escola. Minha escola tinha dois prédios, que dava pra uma pessoa de uma ir pro outro tranquilamente. Era só uma forma de diferenciar os ensinos. O médio e o fundamental. Deixei o Harry no segundo prédio, e segui até o meu e estacionei meu carro. Logo vi a Hillary descendo da moto de alguém que não reconheço.
- Moto de quem amiga? - Falei assim que ela se aproximou sorrindo.
- Do Nicolas amigas, ele dormiu ontem lá em casa. - Ela sorria de orelha a orelha.
- E seus pais?
- Dormiram fora, foram visitar meus avós ontem e ficou preso lá porque o carro deu problema, mas como confiam em mim me deixaram sozinha.
- Coitado, se soubesse o que você apronta. - Sorri.
Nicolas é o menino da nossa escola. Ele era do último ano, e era muito lindo. Boatos dizem que ele já foi preso por tráfico, e ele mora sozinho. Ele é aqueles barra pesada que todas as garotas queriam ficar.
Entramos no nosso prédio. O fim de semana todo não tive notícias dele, agora sei o porque. Mas contei tudo o que aconteceu. Com o Matthew, meu novo emprego, meu pai, tudo. Ela ficou boquiaberta que meu pai me bateu, porém ela sempre me entendeu. E também era pacífica, ela sabe o certo e o errado, como ser justa independente da situação, até mesmo quando ela não gosta de uma pessoa ela sabe quando tem algo errado ou não. Por isso amo a amizade dela. É uma amiga e tanto, e já faz um ano que somos amigas. A aula acabou e a gente conversando, eu realmente não sabia de nada desse assunto, não posso deixar minhas notas caírem logo agora. Eu tenho umas oportunidades de faculdades, descontos, e ainda tem o lance com meu pai.
O dia passou muito rápido. Eu já tinha levado o Harry em casa e estava na empresa. É enorme. Linda. E eu tinha um espaço. De frente a sala do Montgomery, tinha uma mesa e uma cadeira super confortável, e a vista era de vidro e eu via toda a cidade. Eu atendia telefones, fazia anotações, e planejava reuniões, e até mesmo as vezes tentava conseguir uns sócios, apoiadores a ongs e causas nobres que ele planejava. Ele tinha várias. Animais abandonados, idosos, moradores de ruas, é tudo tão lindo. Vê uma pessoa com nome, uma pessoa com berço de ouro, uma pessoa rica, que se importa com o próximo, que quer ajudar a melhorar o mundo e até mesmo doações. Grandes doações. Ele é fascinante. O bip do telefone tocou. Sabia que era ele me chamando, me levantei e abaixei um pouco a saía. Não sei porque mas me sinto sexy nesse traje. Era uma saia até a coxa, com um salto alto, uma blusa social e um blazer. Era chique, mas eu me sentia gostosa. Talvez porque todas as pessoas daqui serem velhas e acabadas, já eu não. Era novinha e aposto que vou satisfazer o chefe com um belo boquete em baixo da mesa dele. Sorri e bati na porta.
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Fuck Me, Daddy!!
RomanceCONTRATO DE UM RELACIONAMENTO CASUAL : Regras do Daddy : 🚫 Proíbido chamar o Daddy pelo nome pessoal. 🚫 Proíbido comprimentar o Daddy caso encontrem na rua. 🚫 Proíbido deixar marcas no Daddy. 🚫 Proíbido querer comandar a relação sexual. 🚫...
