Tu tens que entender
Que nem sempre sou claridade.
Às vezes, tenho que chover
E lidar com a interior tempestade.
Eu trovejo
E vejo inundadas as ruas da imaginação.
Respiro fundo, e intimamente desejo
Que as neblinas evaporem do meu coração.
Não me cobre luz alguma
Em dias de escuro e árdua frieza.
O tempo é uma leve pluma
Soprada no ritmo da natureza.
E quando me formo iluminação
Não há psíquicos deslizamentos.
Os raios acendem toda a imensidão
E brilha os meus sentimentos.
É bom tu te lembrares
Que eu sou o verão e o inverno.
E que possuo sentidos peculiares
Que moldam o clima externo e interno.
Subtítulo: Climas.
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CAOS (KHAOS)
Şiir"...Eu fiz dos meus cacos, poesias. Do meu caos, palavras frias. Dos meus medos, melodias. E de mim, rimas e simetrias".
