Todo esse tempo tentando me ver Através das inúmeras alheias teorias. Metaforicamente eu tive que morrer Para renascer, e alcançar melhorias.
O meu corpo esteve bastante aprisionado Desejando se desprender para voar. Então rompi com o pérfido cadeado Que me impedia de automodificar.
Não é fácil a íntima desmontagem E depois aos poucos se reconstruir. Mas foi necessário transformar a imagem Para que eu pudesse viver e existir.
Deixei o que não servia para o meu crescimento E optei por não seguir negativas opiniões. Decidi me atrever a buscar o real desenvolvimento Considerando os meus sentidos e razões.
Matei a minha antiga versão E decidi apagar o passado. Formatei o meu bagunçado coração E me possibilitei um ressignificado.
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