Capítulo X

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— Então, Sebastian, no que você trabalha? - Marcos pergunta. Estavam na grande mesa de jantar, fazendo su última refeição do dia. O moreno olha sua namorada, que estava de cabeça baixa.

— Eu sou dono das empresas Mikhaelis. - Sorri, e as primas da albina quase se engasgam com a comida.

— Quer dizer que você é o dono de tudo aquilo? - Vitória pergunta, e ele assente.

— Você fisgou um peixe grande, priminha. - Nataly ironiza. - Quanto pagou para ele fingir ser seu namorado?

— N-Não, eu... 

— Você deve ter oferecido o que tem no meio das suas pernas, não é? - Vitória volta a falar.

— Igual fez a anos atrás. - Nataly lembra. - Continua sendo uma puta. - Sussurra. Os olhos da platinada se arregalam, e ela se levanta rapidamente. 

— D-Desculpe, eu não estou me sentindo bem. - Diz antes de sair correndo pela porta.

— Mamãe! - Emma tenta ir atrás, mas Sebastian a segura. - Papai, a mamãe...

— Eu vou atrás dela, pequena. - Beija a testa da mais nova, e se levanta. - Com licença, mas eu também não estou me sentindo bem. - Avisa, e sai da casa. Olha em volta, vendo onde sua amada poderia estar. Avista as baias, e comemora internamente. Vai até lá silenciosamente, onde escuta um choro baixinho. - Meu amor? - Abaixa-se na frente da moça. - Ei, ei, não chore, anjo...

Eu me odeio, Sebastian... Eu quero morrer...

— Não diga isso, querida. - Ergue o rosto dela. - Você não pode morrer. O que seria de Emma? O que seria de mim? 

— Você me ama? - Pergunta de repente.

— É claro que eu te amo. - Segura o frágil rosto. - Você é a coisa que eu mais amo, anjo. - Lhe dá um selinho.

— Minhas primas são mais bonitas e mais habilidosas... 

— Não são não.

— É claro que são, eu não sei fazer nada.

— Você sabe me fazer ser o cara mais feliz desse mundo, e é só isso que importa, não é? - Ela sorri, e o abraça.

— Eu te amo, Sebastian.

— Eu também amo você, meu anjo. - A beija calmamente. - Vamos voltar para dentro, está ficando frio. - Ela se contrai. - E não se preocupe, eu estarei lá com você. - Ela sorri, e enxuga suas lágrimas no antebraço. Ao pisarem dentro da casa, os olhares de voltam aos dois.

— Mamãe! - Emma abraça sua mãe fortemente, e Sebastian se junta ao abraço.

— Eu tenho algo a dizer. - O CEO diz. - Scarlett não me pagou nem me ofereceu nada. E eu não estou fingindo ser o namorado dela. Estou aqui porque a amo. - Olha sua amada. - Então, peço que não digam mais baboseiras sobre ela ou sobre esse assunto. - A pega pela mão. - Boa noite. - A puxa para o quarto.

— Você está maluco?

— Maluco por você, só se for.

— Essa cantada não funciona comigo, Sebastian. - Bate no peito dele. - E você sabe muito bem o que eu quis dizer.

— Eu não ia deixá-los simplesmente zombar de você. - Segura seu rosto. - Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, Scarlett. - Quando vai beijá-la, a porta abre. Marcos para meio atônito na porta, tentando raciocinar.

— Desculpe atrapalhá-los. - Sorri e se vira para a porta, mas Scarlett segura seu pulso.

— Não atrapalhou nada, papai. - Ele sorri, e segura a mão da filha. - Aliás, qual foi o motivo tão urgente pelo qual você me chamou? - Ele se contrai.

𝐻𝑜𝑤 𝐼 𝑊𝑎𝑠 𝐵𝑒𝑓𝑜𝑟𝑒 𝑌𝑜𝑢Onde histórias criam vida. Descubra agora