Passos arrastados ouviam se na sala que agora estava muda, apenas Snape teve coragem de andar em frente.
O homem que entrou, colocou sua mão sobre o ombro de Severus e deu um sorriso, o mestre de poções continuava imóvel sem piscar os olhos sobre tal figura.
Ele foi andando até ao centro da sala, todos os olhares recaiam sobre si. Minerva estava estática, lagrimas em jorravam de seus olhos tal como Mione, a futura mamã estava pálida.
- Ma...ma...mas como??
O Ministro estava muito confuso, na verdade, ninguem naquela sala queria acreditava em quem tinha entrado por aquela porta.
- Advogado de defesa!
Albus Percival Wulfric Brian .....Dumbledore.
O ministro limpou os olhos, pensou até que estaria com alucinações.
Minerva foi a primeira a dirigir lhe a palavra.
- Como é possivel? Nós enterramos te! O teu corpo... o teu corpo estava frio e imovel...
O antigo diretor, sorriu para a sua amiga de sempre, olhou a por cima de seu oclinhos em meia lua.
- Tudo a seu tempo, tudo a seu tempo...
Mione, foi atras de Minerva.
- Mas professor... temos o direito de saber...
- Claro que sim senhorita Granger.
Dumbledore virou se para Snape.
- Severus... Meu filho... meu amigo... perdoe me por este tempo todo.
- Diretor...
Snape ainda não acreditava em seus olhos e ouvidos.
O ministro ja estava farto daquilo, era hora de colocar tudo em ponto acente.
- Parem!!! Parem já com esta conversa!!! Dumbledore! Como raio você está aqui??? Se não morreu, porque se fez passar por morto?
Entretanto Snape juntou se as duas mulheres e foram até ao anfiteatro que estava de frente para o ministro.
- Eu tinha de desaparecer, para que finalmente Voldmorte pudesse focar todas as atencoes em Harry.
Mione colocou a mão na boca.
- Que horror...
Dumbledor virou se para tras e olhou Mi.
- Sim é verdade, que horror, mas tinha de ser assim, só dessa forma é que a profecia seria cumprida. Deixei instruções bem vinculadas a Severus, com o qual ele cumpriu rigorosamente.
Dumbledore piscou o olho a Snape como uma forma de lhe agradecer.
Mione virou se para Snape.
- Afinal sabias que ele estava vivo.
Snape estava de sobrancelha franzida. Olhava fixamente para o velho diretor.
- Não...
Dumbledore continuou.
- Não, senhorita Granger, nem Severus nem ninguém sabia que eu estava vivo.
Minerva então tomou a palavra.
- Mas... Albus, Snape lançou te a maldição da morte, como é possivel que tenhas sobrevivido, caíste da torre.
Dumbledore chegou se devagar para Minerva, tomou lhe as mãos e beijou as.
- Vivemos num mundo mágico minha querida. Quem domina a magia antiga, poderá obter o dom da ressurreição.
Virou se para o ministro que continuava incrédulo.
- E claro... ter uma pedra da ressurreição e uma fénix, tambem pode ajudar.
Hermione, ainda nao tinha acabado com suas perguntas.
- Mas senhor... a pedra estava debtro do pomo de ouro que o sr. Deixou para Harry.
Dumbledore nao olhou a jovem.
- Sim eu sei, após ser carregado por Fawkes, a minha fénix, para um lugar seguro, mandei para o ministério o que queria deixar vos em testamento.
O Ministro e seus colegas de ministério estavam confusos, falavam entre si.
- Muito bem, mais à frente marcaremos uma audiencia para dizer essa historia toda oficialmente, mas por agora vamos à situação que nos fez estar hoje aqui reunidos.
A decisão do ministério está tomada. Minerva será demitida. E senhor Snape, acharemos uma boa forma de o punir.
Minerva levantou a sua cabeça ligeiramente e inspirou fundo, já estava a espera da decisão.
Dumbledore deu um sorriso.
- Mas não podem demitir Minerva de um cargo que nunca foi oficialmente dela...
- Como assim...
- Veja ministro, Minerva apenas ficou como diretora porque eu supostamente morri. Ela nunca teve a passagem oficial para diretora, alem disso ela continuava a lecionar transfiguração. Logo o diretor continua a ser eu. Então eu tenho o direito sobre o regulamento da escola de escolher meu sucessor.
O ministro fez sinal para um de seus funcionários ir buscar o regulamento da escola.
Quando o trouxeram o Ministro leu o, e deu para os ostros que estavam atrás de si lerem.
Retirou os óculos bem devagar e olhou para Dumbledore.
- Parece que tem razão Dumbledore...
- Pois assim parece, desde já quero nomear meu sucessor, Professora McGonagall. Pelo bom trabalho executado até aqui, durante minha prolongada ausência. E invoco o artigo 5⁰ do regulamento da escola, onde diz explicitamente que o ministério da magia não podera intervir na decisão da passagem de testemunho entre diretores.
Minerva, colocou suas maos no coração, nem queria acreditar no que ouvia. Mione deu lhe um beijo na face e congratulou a nova , oficialmente diretora de Hogwards.
O ministro estava fulo.
- Mesmo assim, ainda temos o caso de Severus Snape, ele está com uma aluna e serão pais.
Dumbledore ia falar, mas Snape adiantou se. Colocou a mão no ombro do oficialmente antigo diretor e sacou dois papeis do bolso.
- Tenho aqui duas coisas para si, senhor ministro. O primeiro é uma declaração de um medico onde confirma a gravidez e qual o tempo em que se encontra. Se vir, ela está gravida de 8 meses, logo, engravidou em Agosto. Um mês antes da escola começar.
O Ministro analisou e depois passou para seus outros colegas.
- E o outro, a minha demissão. Com efeitos a partir do final do ano lectivo.
- Severus...
Mione ficou surpreendida, ela nao sabia de sua carta de demissão.
- Muito bem... sendo assim... nada podemos fazer a si, nem a nova diretora de Hogwards.
Dejeso vos toda a felicidade do mundo e para vosso bebé, e diretora McGonagall, tenha mais atenção.
MInerva apenas acebtiu com um acenar de cabeca.
O ministro e seus colegas sairam, deixabdo para tras apenas Dumbledore, Minerva, Mione e Snape.
Mione chegou proximo de Snape.
- Severus... porque foste demitir te??? O que será de nós? Temos agora um bebé para cuidar, eu nao tenho trabalho e tu acabaste de perder o teu.
- Pensa meu amor, se continuar professor, só venho a casa com sorte aos fins de semana. Assim, terei mais tempo para ti e nosso Vitória. Poderei fazer o que sempre quis, ter um boticário de poções, ou uma farmácia no mundo trouxa. E tu poderás estudar e trabalhar na area que quiseres que eu estarei sempre presente. Além disso nós temos dinheiro, já te disse que uma voisa boa de Hogwards era, receber e não gastar. Durante estes 20 anos gastei muito pouco do que ganhei e fiquei com uma poupança... simboloca.
Mione riu e abraçou se a ele.
Dumbledore conversava com Minerva, Snape chegou junto a eles mais Mione.
- Albus...
- Severus...
- Então sempre tiveste em minha sala junto comigo?
- Pois parece que sim...
Dumbledore olhou para o casal e sorrio.
Mione olhou para Snape e pôs a mão na boca.
- Sabes que me apetece matar te novamente neste momento?
- Acredito que sim, meu bom amigo.
- Tu e a porra do bem maior...
Os dois homens abracaram se.
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Amor incompreendido
Fiksi PenggemarSeverus sente raiva de Hermione por nao perceber o porquê de estar sempre a pensar nela e isso magoa cada vez mais a castanha. Após uma viagem no tempo, tudo fica claro para ambos, mas isso nao quer dizer que va ser facil para ninguem
