Ingrid
Sentada no banco da praça eu avisto Clarice com seu jeitinho nojento vindo até a mim.
- Eu já decidi oque iremos fazer com ele.- diz parando em minha frente.
- Oque vai fazer com ele?? - pergunto
- 5 Homens meu vai pegar ele sozinho lá no hospital, quando os seguranças dele estiver longe, nos vai prender ele no porão que a vadia da sua prima ficou.- diz.
- ótimo, agora eu vou para o hospital vê se Mattheo acordou.- digo.
- qualquer coisa me liga.- diz
- tá bom.- falo indo embora.
Diana
Num enorme apartamento de vista para a cidade, eu fico olhando para as ruas, não consegui dormi pensando na morte do meu amor, estou destinada a não ser feliz nunca, Henry se aproxima em silêncio.
- Já sei como te tirar dessa depressão, vou colocar você para dirigir o departamento de doação as crianças carentes.- diz .
- Agradeço, mas eu só quero ficar aqui.- falo indo para meu quarto.
Me deito na cama e começo a chorar, abraço bem forte o travesseiro, uma chuva forte começa a cair e junto vem os trovões, com medo eu saio da sala e vou para a cozinha comer algo, Henry colocou uma música que está dando vontade de chorar, acho que não foi proposital, ele está na frente da vidrasa fumando cigarro.
Me junto a ele para apreciar a chuva que cai ao lado de fora, o apartamento dele está totalmente em silêncio, talvez o silêncio seja o melhor amigo nesse momento triste de nossas vidas.
Ele pega em minha mão enquanto olhamos para a chuva, angustiada eu coloco minha cabeça em seu ombro e começo a chorar novamente, olho para frente e repito várias vezes a mim mesmo " Tudo vai ficar bem" a cada palavra uma lágrima ao lembrar que não terei Mattheo nunca mais comigo.
Converso com Henry até adormecer, ele tentou me animar várias vezes mas todas ele falhou, não há nada que possa me animar.
Dia seguinte
Acordo com Henry me chamando para ir com ele a empresa, eu ainda estou muito abalada para sair daqui, há tantas coisas que aconteceu comigo, não posso simplesmente fechar os olhos e dizer "vida que segue" e aceitar tudo isso.
Vou para o banheiro e tomo meu banho e depois me arrumo adequadamente para ir a empresa, talvez ajudando essas crianças eu posso me sentir perto de Mattheo, já que essas empresas tudo é dele.
- Está linda, sempre foi.- diz Henry ao me ver arrumada.
- Obrigada.- digo sem ânimo, pego meu café da manhã e me sento na mesa.
Quando vejo suco e torrada eu me lembro do café da manhã que Mattheo fez para mim, perco minha fome e me levanto.
- Vamos? - pergunto.
- Você não comeu nada ainda, vamos tomar café da manhã.- diz.
- Estou sem fome.- falo segurando o choro.
- Vamos então.- fala e seguimos para a garagem do apartamento dele, entramos em um de seus carro e saímos dali indo para a empresa.
O carro para na frente de uma enorme empresa de 50 andares, olhando para a linda empresa eu fico admirada o quão linda, me sinto próxima de Mattheo quando entro na empresa, sigo Henry para a sua sala de presidente e me sento a sua frente.
- Fica a vontade para fazer tudo que quiser.- diz é começa a mecher numa pilha de papéis que estão na sua frente.
- Eu quero cuidar do departamento que oferece ajuda humanitária as crianças da África e as demais que Mattheo ajudava.- falo e Henry abre um sorriso para mim.
- Ok, vou mandar minha assistente te levar para vê o seu departamento e conhecer as pessoas que irão trabalhar com você.- fala pegando seu telefone e discando o número de sua secretária.
Assim que ela vem até a sala eu sorrio para Henry e saio com ela até meu departamento, a gente entra no elevador e ela me olha.
- Sinto muito por você ter perdido o seu namorado.- diz
- peço que não me lembre disso agora, me dói.- falo e ela balança a cabeça compreendendo.
- Senhora bem-vinda ao seu departamento.- fala quando o elevador para em um grande local onde há várias pessoas mechendo em seus computadores trabalhando.
- Obrigada.- digo é ela me leva até minha sala, algumas pessoas para de trabalhar me vendo passar.
Ela me deixa na sala e sai, me sento na cadeira e passo a mão nos papéis que estão ali, alguém bate na porta e eu mando entrar.
- Olá, o senhor Henry mandou eu vim aqui, mandou avisar que serei sua assistente.- diz uma moça jovem.
- Ótimo, vamos começar pois creio que temos muito trabalho.- digo.
- Ok senhora, me chamo Jenny Evans.-fala se apresentando.
- Um prazer em trabalhar com você Jenny, me chamo Diana.- falo.
- Igualmente senhora, agora vou para a minha sala trabalhar.- diz.
- Ok.- falo e ela sai da sala.
Verifico os papéis que estão na minha mesa para vê do que se trata, recebemos uma doação de 2 milhões, de uma empresa em parceria ao departamento humanitário.
Luca
Mattheo ainda continua desacordado, os médicos disse que ele pode acorda a qualquer momento, preciso contar sobre a traição de Ingrid e sobre seu pai que mandou Diana para outro estado longe daqui.
Passei a noite toda aqui, preciso ir para casa, necessito de um banho, mas tarde volto para vê Mattheo, me levanto e vou para fora da sala, quando viro o corredor 5 caras aparecem me cercando, sem ter chance de nada colocam um lenço em meu rosto fazendo-me fica tonto. Minha visão escurece e sinto meu corpo cair no chão.
[...]
Abro meus olhos e me encontro numa sala escura com correntes em meu pulso e pernas, eles tiraram tudo de mim, menos a roupa, que diabos está acontecendo aqui?
- Olá querido.- Ingrid fala aparecendo, essa vadia não presta mesmo.
- Eu deveria saber que você iria tentar algo sua ingrata.- digo tentando me livrar das correntes, vou mata-la ainda.
- Aproveite sua vida toda aqui, pois pretendemos te deixar morrer aqui.- fala fingindo está triste.
- Sua maldita, eu irei te matar.- falo me levantando.
- tenta a sorte.- diz saindo, sua risada toma conta do local.
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Mulher do mafioso
RomanceDiana e uma moça de 22 anos, formada em psicóloga e agente federal, Diana e chamada para uma missão em um território muito perigoso, nessa missão algo da errado, Diana e levada presa por mafiosos, Diana passa a ser propriedade de Mattheo, a parti de...
