capítulo 42

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      Diana

        Liliana me ajuda a sair da boate, nos duas entramos dentro do táxis animadas para ir embora, 7 da manhã, agora que estamos voltando, Liliana está bem mais pior que eu.

     Começamos a cantar dentro do táxi, minha cabeça estava doendo por conta do sono e a bebida.

   Quando o táxi para na frente da mansão, Liliana fica nervosa.

— Melhor eu ir pro meu quarto, até depois.— diz, Mattheo nem deve saber que eu sai.

  Meia tonta eu entro na mansão a espera de um chá e um banho bem gelado, a casa está movimentada por conta dos empregados, somente isso.

Subo lentamente as escadas para não cair, assim que entro no meu quarto, Vejo tudo escuro, ligo a luz e levo um susto ao vê Mattheo sentado na poltrona.

— Aonde estava? — pergunta de um jeito seco.

— Eu estava no bar aqui da cidade.- falo me aproximando dele.

— Eu mandei procurar você na cidade toda, não minta.— fala.

— Eu fui para uma boate em outra cidade.— falo sentando em seu colo.

— Eu saí da porra do meu trabalho para  ficar com você a noite toda, cheguei aqui e não te encontrei, estou acordado até agora esperando você, que ainda chega bêbada.- Mattheo fala, ele ta pior que um pai,  chato.

— eu amo você.— falo beijando ele.

 
       Na mesma hora eu pulo de seu colo e corro para o banheiro vomitar, eu começo a vomitar sem para, Mattheo segura meu cabelo.

— Como eu estou horrível assim.— falo segurando o choro.

— você só está bêbada demais, vamos banhar.— fala.

    Ele tira meu vestido e depois minha calcinha, ele levanta a manga da camisa e liga o chuveiro.

— Você não vai banha comigo? — pergunto, ele me ignora completamente, entro debaixo da água e deixo cair sobre meu corpo, a vontade de vomitar volta, corro para a privada e começo a vomitar.

  Mattheo da um soco na parede, isso me assusta, sua mão começa a sangrar sem para, ele está virado de costas para mim, eu vômito sem para, isso acaba me deixando fraca demais.

— Porque você fez isso? — pergunto ficando em sua frente e olhando sua mão.

— VOCÊ SO PENSA EM SI, EU TRABALHANDO E VOCÊ SUMINDO.

- Não precisa falar alto, e...eu...— impedida de fala ele sai do banheiro me deixando sozinha.

      Tomo meu banho sozinha, assim que termino eu volto a vomitar novamente, me enrrolo na toalha e saio para fora do banheiro, Mattheo está sentado na cama, eu estou tão fraca que estou quais caindo no chão.

— Você tá pálida.— Mattheo vem até a mim e me dá o remédio junto com suco, ele me leva até a cama.

  Espero um pouco e vou no meu closet visto um pijama e volto para a cama, Mattheo saiu do quarto, corro para o banheiro novamente e vômito o suco que tomei, saio para fora do quarto, assim que vou desce a escada Mattheo aparece.

— era para ficar no seu quarto, não está em condição de fazer nada.— fala.

— Minha cabeça tá doendo demais, faz alguma coisa.— falo.

— além de bebida o que você ingeriu??— pergunta.

— MDMA.— Falo vomitando ali mesmo.

— Não vai sair mais, ingeriu droga, vou nem briga com você, estou decepcionado.— fala me segurando para não cair no chão.

— Calor do momento.— falo tonta.

— Vamos no médico.— fala.

— Eu não quero ir, não me leve.— falo ficando com raiva.

— Vem. — ele me ajuda a descer a escada.

— Mattheo...— me sinto completamente tonta, Mattheo para.

   Mais uma vez da vontade de vomitar, sinto tudo girar e depois se apagar...

  
   Mattheo

      Olho para Diana na escada, ela não está bem, seu jeitinho frágil e tão óbvio, ela bebe e usa esses tipo de coisa é depois passa mal, do nada Diana desmaia ali, seguro ela com força e levo para o quarto.

  Deito ela na cama e tiro seu pijama molhado, me deito ao seu lado e observo minha garota, ela é tão linda.

— Você me deixa doido, em todos os sentindo.-— Sussurro e beijo seu rosto.


     Observo Diana a todo momento para vê se ela acorda, mais acho que só mas tarde.

[...]

    Passei a tarde toda resolvendo as minhas coisas, chego de noite na minha casa e já vou direto para o quarto da Diana, vê como ela está.

   Vejo ela sentada comendo as barras de chocolate tudo, me aproximo e me sento, ela abaixa a cabeça.

— está melhor? — pergunto.

— Estou sim, só sentindo algumas dor.— fala.

— Normal.— falo, me deito em sua cama e ela fica me olhando, pego uma de suas barras, posso vê um sorriso surgir.


      Tiro meu terno e assisto junto com ela, Diana se aproxima e coloca a cabeça em meu peito, beijo sua bochecha rosadinha.

— Eu amo você.— fala.

— também amo você, acho que posso ganhar um certificado de pai, pois é isso que estou sendo para você.— falo sorrindo.

— Não é para tanto.— sorri.

 

 
  

Mulher do mafioso Onde histórias criam vida. Descubra agora