Capítulo 03

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Acordo com uma dor de cabeça horrível, tomo um banho e pego um remédio, estou morta de sono mas o trabalho me chama, me arrumo bem bonitinha pra viajem e deixo uma carta pra minha prima, falo pra ela cuidar da minha casa enquanto estiver fora, e também escrevi que tudo que ele queria saber do Noah está dentro da minha gaveta de calcinha, saio dali com a minha mala pequena e Ana já me espera em seu carro, coloco minha mala atrás e sento na frente com ela, depois ela dá a partida indo para o local onde o jatinho já espera a gente, chegando lá noix entra no jatinho e se arrumamos, um dos caras que está do meu lado fica só olhando pra mim, dou um sorriso pra ele, que mania e essa agora? Virei espelho só pode, depois de estarmos prontos o jatinho começa a decolar, aproveito esse momento e durmo ali.

[...]

Acordo super animada, agora isso foi um ótimo sono, vejo que está de noite, todos estão preparados pra dormi, esse país e bem longe, eu nem me despedi dos meus avós, não é necessário, eu irei voltar rápido, coloco uma música no celular e começo a ouvir, está bem legal a música, as horas vão só passando e nada de chegar no local, Ana disse que está sem sono, eu e ela começamos a conversa bem baixinho, ela me conta que tem uma filhinha de 1 ano, ela disse que não está mais com o pai da filha dela, ela me mostra uma foto da bebê, e muito lindinha a filha dela, pergunto pra ela como funciona esse negócio de gravidez e ela me explica tudo, ela também falou sobre o parto, ela disse que o pai da filha dela, vai quais todos os dias vê a bebê, ela disse que ainda gosta dele, mas não arriscaria a ser corna novamente, a gente ficar conversando até o momento em que ouvimos um barulho estranho.

- FOMOS ATINGIDOS, O JATINHO ESTÁ CAINDO.-  todos os piloto grita.

- É agora Ana, vamos morrer, estamos longe da terra.- Falo ficando apavorada.

- Se acalma Diana, vamos sair vivas dessa, agora precisamos se solta do sinto e pular do avião, estão tentando nos matar.- Ana fala.

- Eu tô com medo, já olhou pra água, qual é a profundidade disso? - Falo quais chorando.

- vai da tudo certo.- Ana fala, quando fomos pegar o paraquedas todos já tinha pegado, eu e Ana ficamos sem.

Começo a ficar preocupada, todos pula deixando eu e Ana sozinhas, ouvimos tiros no alto, vemos que todos que pularam estão caindo sem vida, estão todos mortos, começo a chorar de desespeiro com Ana, menos um que não morreu, o que ficava olhando pra gente lá no prédio, sentimos o impacto da água entrando no jatinho quando caímos na água.

- Fica só com a roupa íntima, assim facilitará a gente de nadar.- fala Ana.

- Tá bom.- tiro o uniforme e fico só de calcinha e sutiã, começamos a nadar pra pegar um dos pedaços do jatinho, assim que pegamos a gente deita, uma em cada, ela me da a mão e olhamos pro céu, começamos a chorar juntas, oque será da gente agora? Ficamos vendo os corpos se afundando e o resto dos jatinho, meu celular se foi junto com a roupa, a única coisa que ficou comigo foi uma arma, começamos a tremer de frio, Ana dorme mesmo assim, e eu fico ali chorando, estou preocupada com nós, oque vai acontecer? Vamos morrer aqui em território estrangeiro? Cadê o presidente daqui que pediu a nossa ajuda? Durmo mesmo não querendo.

[...]

O Sol está torrando, percebo que tem uma ilha a nossa frente, começamos a nadar até ela, dou um sorriso de alívio para Ana que estava preocupada, nadamos até a ilha, estou morta depois de nadar tanto, vemos que habita pessoas aqui, eu e Ana resolvemos deitar um pouco de baixo da árvore escondidas, aqui e um território inimigo, deitamos ali e respiramos um pouco, a esse horário as pessoas já devem está pensando que estamos mortas, limpo meus machucados na água e deixo meu cabelo secar, como eu fiz progressiva ele ficará como se tivesse passado chapinha.

Mulher do mafioso Onde histórias criam vida. Descubra agora