Capítulo 36 - O Jogo Virou

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Oii pessoal, sumi por motivos de trabalho pra kct, mas estou de volta. Jamais paro algo pela metade quando começo, então podem ficar tranquilas que não vou deixar o livro sem final. Em contra partida, preparem o coração, pois está chegando o final e eu não tenho outro livro pra escrever em mente.  Aproveitem os próximos eps e que venham os hot's! Beijoos

Estou preparando a comida para levar pro Anthony e quando passo pela porta, sua cadeira está vazia

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Estou preparando a comida para levar pro Anthony e quando passo pela porta, sua cadeira está vazia.

- Que? - Pergunto indignada sem saber como ele conseguiu sair dali.
- Querida... - Ouço sua voz rouca e grave atrás de mim. Suas mãos pegam meu cabelo suavemente e os tiram da frente do meu colo, os jogando para trás e depois suas mãos agarram brutalmente meu pescoço enquanto sou jogada na parede. - Você inverteu as ordem das coisas, mas se esqueceu de um detalhe...

Eu o encaro com mais medo do que ódio.

- Você não pode contra mim. - Ele diz pausadamente.  - O que achou? Que eu ficaria preso ali como um bom moço à sua merecer? Esqueceu que eu sou o maior cientista do mundo? Esqueceu que sempre estou um passo a sua frente?

- Vai se ferrar! - Cuspo em sua cara e ele limpa com ódio.

Eu não gosto de bater em mulher, mas como só tenho esse método de te fazer dormir...

Ele bate a minha cabeça com uma forma indescritível contra a parede e eu fico com a vista turva.

- Não quer fazer do jeito fácil, tudo bem... Podemos fazer do jeito difícil então. Eu particularmente acho até mais divertido. Não gosto de bancar o bom moço apaixonado mesmo.

Que filho da mãe maldito...

Esse é meu último pensamento antes de apagar.

Abro os olhos lentamente e minha cabeça dói pra caramba

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Abro os olhos lentamente e minha cabeça dói pra caramba.

- Ai... - Gemo de dor.

- Já apliquei remédio pra dor, vai passar. - Ouço a voz do capeta vindo de uma poltrona em frente a minha cama.

Tento me levantar na força do ódio mas só então percebo que minhas mãos e pernas estão presas na cama.

- O que vai fazer comigo? - Pergunto e sinto raiva de mim mesma por ter perdido a chance de estar por cima, como uma pobre coitada estou aos domínios dele de novo.

Inferno!!

- Vou fazer o que eu quiser.  - Diz me encarando com os olhos azuis frios. - Começando por um castigo bem severo que vai te fazer pensar suas vezes antes de fugir de mim de novo.

- Eu não planejei isso, foi a mamãe.

Ele me ignora e continua.

- Depois vou te fazer se arrepender de ter deixado outro homem te tocar e beijar.

O olho estreitando os olhos.

- Como sabe que o Eren me beijou? E não foi consentido! - Rebato.

- Por fim... Vou fazer você pagar por cada maldito segundo que me fez focar longe de você.

- Você por acaso armou tudo? Se sabia do Eren... Sinal que estava me vigiando. - Digo ácida.

- Eu estava te vigiando, eu sabia de tudo, mas não armei nada, deixei apenas você se foder um pouco pra aprender que se não tivesse fugido, estaria muito melhor comigo.  - Diz com raiva.

- Você sabia de tudo então? Inclusive que seu amigo era meu irmão?

Ele suspira e se levanta da poltrona anda até a cama se sentando ao lado de onde estou deitada.

- Depois que você fugiu eu pesquisei tudo o que podia sobre você, e eu descobri que você era irmã do Pedro. Foi eu que contei isso a ele, mas ele não sabia que eu tinha descoberto muito mais do que apenas isso.
Eu já sabia  da busca dele desenfreada por você e já sabia de todos os planos dele.  Deixei ele avisar ao Eren onde você estava e deixei ele fazer o que bem entendia com ele.

- Você matou o pai do Eren? - Disparo alto.

- Não! Eu não sou mentiroso, Caralho. Tudo que eu te disse sobre a porra da família dele era verdade, du virei médico para salvar aquela garota e o pai dela deu a vida por ela como qualquer bom pai faria, não tenho culpa se eu amigo imbecil não teve maturidade suficiente pra entender um amor de pai e nem se deu ao trabalho de pesquisar melhor sobre o assunto.

Eu o encaro perplexa. De toda forma ele manipulou toda a situação para sair por cima no final.

- Continuando, deixei seu irmão fazer o que bem entendia, até conseguir sua confiança, mas você deixou de ser aquela garotinha ingênua e incorporou o capeta... Então eu desisti do meu papel de bom moço e foda-se. Vou fazer do neu jeito agora. Você vai ser minha por bem ou por mal.

- Vai se foder!

- Não... Eu vou te foder e sabe o que mais? Você vai odiar e vai amar ao mesmo tempo, meu amor.

- Não sou seu amor. - Digo com raiva.

- Amor, obsessão, desejo, necessidade... Você é tudo isso pra mim. - Ele diz passando sua mão pelo meu rosto delicadamente e meu corpo me surpreende se arrepiando.

- Eu odeio você, jamais serei sua.

- Você já é minha e eu farei seu ódio virar amor facilmente.

Ele beija meus lábios com ternura, mas eu mordo seu lábio inferior.

Sangra, mas ele não deixa de me beijar e empurra seu sangue para dentro da minha boca, de forma que eu engula boa parte.

Suas mãos passeiam pelas laterais do neu corpo e eu não consigo não ficar excitada.

Sou tão louca quanto ele... Isso está claro agora...

Ele tira os lábios dos meus e beija meu pescoço com paixão e desejo, sua mão apalpa meu seio por cima da roupa.

- Hmm... Como eu senti sua falta.

- Não posso dizer o mesmo. - Digo, mas minha voz não engana nem a mim.

- Vamos ver... Se seu corpo irá ratificar suas palavras.

Ele rasga minha blusa com um único movimento. Seus músculos se contraem com a força e ele nunca esteve tão másculo. Já está um homem, não é mais um garoto...

Seis beijos são implacáveis sob meu colo e em volta dos meus seios.

Sem perceber deixo escapar um gemido.

Me amaldiçoo por ser tão fraca.

- Vai vir muito mais de onde veio esse, meu amor.

Não sei por que mas ouvir que sou o amor dele me deu borboletas no estômago.

Isso me deixa muito puta e muito excitada.

Mas já que não tenho escolha, por que não tirar proveito disso?

Amor Obsessivo Histórias para pegar e não largar. Descubra agora