vinte e um

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preparem os lencinhos e vem comigo no último cap do dia 🤧 (eu ia postar só amanhã mas fiquei ansiosa demais, então aproveitem)

DOMINIQUE GONZALES

– Eu amava jogar vídeo game de corrida quando era criança mas correr de verdade dirigindo está me dando nervoso. – Douglas fala enquanto pisa no acelerador.

– TACA PRO INFERNO MOTORISTA. – Eu grito e ele gargalha voltando a acelerar o carro.

– Pelo amor de Deus você vai pagar todas as multas que vier.

– Eu pago, você está devagar demais se eu pudesse eu mesma já tinha começado a dirigir.

– Eu quero saber o que o médico falou pra você antes da alta que fez você começar a chorar, você está doente tipo muito sério?

– Não Douglas.

– Ele falou que você estava bem e de uma hora pra outra ele pede para conversar com você e você chora, já veio mil teorias na minha mente.

– Guarda todas para você seu fanfiqueiro. – Falo e ele gargalha.

Ele para o carro na frente do portão de embarque mais próximo e eu desci do carro correndo, ele gritou um boa sorte e eu tentei controlar a respiração, tinha acabado de sair do hospital, não poderia correr muito.

– Moça, tem um voo para Itália, as 8 da manhã, você poderia ver para mim por favor qual o portão de embarque? – Pergunto para a atendente

– Você já fez check in?

– Eu vou fazer, moça por favor. – Falo desesperada e ela parece entender tudo.

– Portão de embarque 7.

– Obrigada.

Tento correr até lá mas meu peito começa a doer pelo cansaço, eu tinha merda na cabeça? Talvez, eu estava internada por estar fraca a algumas horas atrás e agora eu estou aqui correndo um aeroporto a fora.

– BRUNO, BRUNO CARALHO. – Eu grito vendo ele com uma mochila nas costas e uma mala pequena no chão, ele estava pronto para fazer o check in e olhou assustado quando ouviu alguém o chamando, quando ele me viu ele arregalou os olhos e deixou a pessoa que estava atrás dele passar, saindo da fila.

– O que você está fazendo aqui sua doida? - Ele pergunta largando as malas no chão, eu o alçando e sem pensar duas vezes colo os nossos lábios em um beijo desesperado, de primeira ele ficou totalmente surpreso mas logo segurou a minha cintura aprofundo o beijo.

– Não vai embora, por favor.

– Domi...

– Você disse que nada te prendia aqui, que não teria nenhum motivo para ficar, eu posso te dar três motivos.

– Quais? - Ele pergunta ainda segurando a minha cintura, seu sorriso estava tão radiante, fazia tanto tempo que não via meu menino assim.

– O primeiro, é que eu te amo, o segundo, é que eu preciso de você aqui, e o terceiro... – Tiro sua mão da minha cintura e coloco ela na minha barriga, ele arregala os olhos que estavam cheios de água e balança a cabeça.

love again | bruno rezende Onde histórias criam vida. Descubra agora