Depois que Hélio, o professor, contou o terceiro caso, os três, Angel, Diego e Francis foram para o carro e seguiram em di
A: -Tá bom, já sabemos que ele é um doente mental e agora? O que a gente vai fazer?
L: -Não é assim né Anjinha.
A: -Como não é? Você não ouviu o professor dizer que ele provocou um incêndio na casa dele, e quase causou a morte do marido, do filho e dos cachorros dele? Cara, imagine, tentar matar seus cachorros, seu filho e seu marido, o amor da sua vida! Não, não...
F: -Bom, Levy, a Angel tá certa.
A: -Viu?
F: -Mas Angel, o Levy também está certo.
L: -Como assim?
F: -Ele realmente é um louco e temos que fazer algo com ele, mas ele tem problemas mentais, não podemos fazer mal a uma pessoa deficiente mental, ele precisa de tratamento, torturarmos ele não vai faze-lo melhorar.
A: -Verdade...
L: -Pois é, mas o que você imagina fazer?
F: -Estou tendo uma ideia, sabe o plano da Angel? Vai continuar apesar de tudo.
A: -Nossa Francis, você me surpreende sempre com essas tuas idéias, o que tu vai fazer com o Eduardo?
F: -Não se preocupe, vamos buscar Diego, vamos passar numa lanchonete, compraremos algo para Eduardo comer.
L: -Claro, até ele merece alimento.
A: -Sim, vamos.
Levy para com o carro na frente do hospital, Diego entra no carro.
D: -Oi pessoal, alguma novidade?
F: -Ah, sim Diego, várias novidades, descobrimos que nosso professor Hélio também foi vítima de Eduardo e falamos com a mãe dele e ela nos disse que ele tem problemas psicológicos, ela está a procura dele, por um momento pensei em desistir do plano, mas pensei melhor.
D: -O que vai fazer??
L: -Ele não diz, quer fazer suspense.
A: -Ei, para aqui, vamos comprar a comida daquele assassino.
F: -Ah sim, esperem aqui no carro que eu vou lá comprar.
Francis sai do carro e vai até a lanchonete, pede 5 cachorros-quente e sai.
F: -Aqui, peguem.
A: -Ah valeu Francis, acabou com minha dieta, mas eu amo cachorro quente então foda-se.
L: -Valeu Francis, eu estava mesmo com fome.
D: -Não precisava Francis, valeu.
F: -De nada gente, vamos.
Eles vão até a cabana, não ouvem nada, Francis vai até o carro e pega a mochila.
F: -Vamos.
Eles entram e acendem a luz, Eduardo estava dormindo, tinha ratos, baratas e aranhas correndo pela cabana.
A: -Acorda!
E: -Ah, vadia falsa voltou?
A: -Voltei, pega, come isso.
E: -Pelo menos a vadia trouxe comida.
A: -Vá a merda, Francis, que seu plano comece.
Francis tira uma maquina de tatuagem da mochila e tinta pra tatuar.
L: -Bom, até ai não estou nada surpreso.
A: -Nem eu, ele está seguindo o plano, mas ao mesmo tempo não está.
D: -O que faremos?
F: -Angel, tire a blusa de Eduardo?
A: -O que? Eu?
F: -Sim.
L: -Não, deixa eu tiro.
E: -Esse viado não vai tocar em mim.
A: -O que? Espera.
Angel vai até ele e pisa em suas partes íntimas e deixa o salto firme.
A: -Não chame ele assim, ouviu? E tira logo a porra dessa blusa que eu não vou tocar em lixo.
Levy fica surpreso com a atitude de Angel.
L: -Calma Anjinha.
A: -Calma, tô calma...
D: -Estamos vendo, bom, Francis, prossiga.
F: -Vamos desenhar ou escrever algo na frente de Eduardo, assim ele não esquecera.
A: -Eu escrevo pelo professor Hélio!
L: -Ah... Eu ia dizer isso.
F: -Beleza, Angel começa.
Angel pega a máquina de tatuagem, Diego, Francis e Levy seguram Eduardo.
A: -Vamos lá, vou escrever o que? Que tal o que você é?
"ASSASSINO
DOS INFERNOS."
L: -Nossa, Anjinha, você não perde tempo.
A: -Nunca perco tempo, que tal alguns corações? Não! Vou deixar assim, já está bom o suficiente.
D: -Angel, sobrenome maldade.
A: -Ai gente para, estão me deixando vermelha, terminei, vai Diego.
D: -Não sei o que fazer, na real, se tivessem dito eu pensaria em algo...
Diego acaba escrevendo:
"DEMÔNIO SEM ALMA."
D: -Bom, é isso, não sei se deveríamos, mas, pega Levy.
L: -Eu? Beleza.
Levy pega e escreve: "UM DIA MAGOEI PESSOAS, QUE NÃO ESTAVAM NEM AI PARA MIM, ESTAVAM VIVENDO SUA VIDA, E EU FUI IDIOTA DE TENTAR DESTRUI-LAS, NÃO SEI SE ME ARREPENDO MAS AS PESSOAS QUE EU MALTRATEI ESPERAM ISSO DE MIM."
L: -Terminei.
F: -Gostei, não vou fazer nada nas costas, virem ele, vou fazer aqui no peito, perto do coração.
Francis pega a máquina e escreve no peito de Eduardo:
"VAZIO.
♡ "
F: -Pronto, é isso, é só manter limpo, se não você pode ficar com uma infecção e morrer.
E: -Imbecis, é só eu cobrir.
F: -Cubra, quero ver quem vai cobrir isso.
A: -Quando verem o que está escrito, vão pensar que você é um louco, e como eu coloquei ai nas suas costas "Assassino do inferno".
D: - "Demônio sem alma."
F: -Boa sorte Eduardo, Ah, mais uma coisa, sua mãe está atrás de você, não a maltrate, sei o que você faz com ela, desgraçado, vou visitar sua mãe naquele marcadinho frequentemente, espero que ela esteja lá, se não algo pior vai acontecer.
A: -E não é só ele.
L: -Não mesmo.
D: -Não... Mesmo...
Francis desamarra Eduardo, Angel pega o celular e liga para a mãe de Eduardo.
**: -Alô?
A: -Alô, gostaria de falar com a mãe de Eduardo Pablo.
**: -É ela, algum problema?
A: -Não sei se é uma noticia boa ou ruim, mas achamos seu filho, ele está aqui, mas digo a senhora uma coisa, a senhora deve denuncia-lo a policia, não importa se ele vai fazer algo de ruim, ele vai estar preso, temos testemunhas de que ele é o mandante de crimes como a morte de Stella, sequestro de James e Hugo, encendianento da casa de Hélio, a senhora deve denuncia-lo, mesmo ele tendo problemas psicológicos, ele deve ser preso.
**: -Tenho medo.
A: -Bom, eu também tenho medo de algumas coisas, mas quem disse que eu não posso passar por cima disso? Vamo lá, eu sei que a senhora consegue.
**: -Tá bom, você vem aqui com ele?
A: -Sim, vou deixar ele ai, não se preocupe.
**: -Obrigado, eu aguardo.
A: -OK, tchau
Angel desliga.
F: -Eae?
A: -Eae que vamos deixar ele lá e ela vai chamar a policia para ele.
D: -A policia?
L: -Mas que argumentos usaremos?
A: -Os mesmos que usei com a mãe dele, a morte de Stella, sequestro de James e Hugo, encendiamento da casa do professor Hélio...
F: -Bom, é o certo a fazer, vamos.
D: -Vamos.
L: -O final de tudo, finalmente.
Eles vão até o carro com Eduardo amarrado, Diego e Francis vão atrás segurando Eduardo, Angel e Levy vão na frente.
A: -O final da vingança marcado na pele.
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Clichê.
RomanceClichê, um amor clássico, de escola, a diferença é as aventuras que acontecem. Boa Leitura.
