Andrew abriu seus olhos lentamente percebendo uma forte claridade da luz do dia invadindo o local, ele estava novamente em uma cama de hospital seu corpo estava dolorido, seu ombro nem mesmo conseguia move-lo com agilidade. Se ajustou na cama para encarar melhor o quarto, ficou surpreso por ver que Katy estava sentada na poltrona ao lado da cama, expressou um sorriso largo quando ela se virou notando que ele já havia acordado.
Katy apenas puxou o lençol que o cobria para conseguiu deitar ao seu lado, os dois se endireitaram um de frente para outro, ela tocou seu rosto e seus olhos pareciam carregados por lágrimas. Ela havia chorado? Ela deveria ter ficado apavorada quando o encontrou, foram esses tipos de pensamento que Andrew teve naquele momento e mesmo assim olhou para ela e sorrio sentindo um alívio por conseguir ter seu toque novamente.
— Você está bem? — ela finalmente disse algo, ele apenas confirmou que sim balançando a cabeça. — Está sentindo dores? — ela agora encarava o local em que ele foi atingido. — Quer que eu chame uma enfermeira para ver se está tudo bem?
— Não. — ele a puxou para mais perto. — Fique aqui! — ele fechou os olhos por alguns minutos e ela soltou riso frouxo e ambos suspiraram em sintonia.
— Você quase me fez ter um ataque sabia? — ela admitiu.
— Eu? — ele abriu os olhos arqueando a sobrancelha, as mãos dela ainda tocavam seu rosto.
— Como pode enviar aquela mensagem e simplesmente sumir? Sabe por quantas horas fiquei te procurando? Sabe para quantas pessoas eu liguei? — ele apenas deu risada e ela o chacoalhou de leve pela sua atitude. — Não de risadas isso não me parece nada engraçado.
— Por um momento você ficou viúva então? — ele continua a provocando
— Para de ficar brincando. — ela fez bico e ele continuava rindo até que a encarou de forma mais seria finalmente.
— Eu só senti falta disso. — ele mexeu o rosto para sentir melhor suas mãos. — Como você descobriu que eu estava lá? — questionou.
— Como eu disse depois que me enviou aquela mensagem eu simplesmente entrei em pânico, como assim você envia aquilo tudo e depois não liga? não aparece? — ela balançava a cabeça inconformada. — Comecei pelo óbvio liguei para sua casa, mas só chamava, depois achei melhor ligar para o Timy e fiquei surpresa quando ele disse que você tinha dado uma folga para ele. — ela fez uma cara pensativa. — Eu achei suspeito, não que ele não mereça, só que a forma como repentinamente você o dispensou me fez levantar questões. Então depois nós dois ligamos para todos os lugares para te procurar, eu fui até a sua cobertura e ninguém na recepção sabia de você.
— Então consegui sair invisível. — ele deu de ombros
— Que raiva que eu senti... — ela ficou vermelha ao lembrar. — Puxamos as câmeras da segurança e foi quando vimos você saindo tranquilamente e entrando em um táxi senhor invisível. — ela lançou olhar matador e ele esquivou.
— E como chegou na ponte? — ele ficou curioso. — Não vai me dizer que foram atrás do pobre taxista?
— Não. — ela parecia brava . — Naquela noite quando o meu pai entrou escondido e me fez desmaiar, teve um momento breve em que eu acordei e estava na cama. Eu não conseguia me mexer eu tenho certeza que estava tonta demais para conseguir, só que uma mania que meu pai sempre teve que nunca foi a favor dele é quando escreve alguma carta ou bilhete, ele fala tudo em voz alta e foi quando eu apenas ouvi isso PONTE VICENT. — Andrew a encarou admirado por sua habilidade. — Eu apenas liguei uma coisa na outra e o resto foi história.
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A Chave Para Minha Vida
FanfictionAndrew Evans, CEO da gigante multinacional W, está prestes a celebrar uma década de sucesso da empresa com uma festa grandiosa que promete atrair todos os olhares. No entanto, a noite de comemoração corre o risco de se transformar em um pesadelo qua...
