Fruto de um relacionamento proibido, entre uma maldição e um feiticeiro Jujutsu, Natsuki Nakamura nasce.
Sua mãe é exorcizada logo após a sua nascença e seu pai sucumbido à morte pelas mãos dos Anciões.
É aí que Gojo Saturou aparece, melhor amigo...
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— Vou invadir. — digo entrando no quarto de Megumi
— Pelo menos bate na merda da porta. — diz enquanto secava o cabelo com uma toalha em volta do pescoço
— Eu avisei. — encolho os ombros e atiro-me para a cama
— Folgada do caralho. — murmura
— Sou mesmo, mas adiante como correu a missão? — pergunto sentando-me na cama
— Não consegui recuperar o objeto, aparentemente ele desapareceu mas amanhã vou lá de novo para ver se consigo rastrear. — suspira cansado
— Então estamos os dois na merda. — reclamo — Amanhã tenho mais um dos jantares secantes.
— Que mau. — diz e junta-se a mim na cama
— Yah ainda por mais vai estar lá a Mei e eu juro que não vou responder por mim se aquela mulher começar a falar mal do que quer que seja da nossa escola. — digo
— Descansa o Diretor e o Gojō-sensei jamais deixariam isso acontecer. — diz e puxa-me pela cintura fazendo-me deitar ao seu lado
— Eu sei, mas é nojento o jeito que ela se acha a boazona. — riu
— Vamos cagar para isso e dormir, o que achas? — pergunta com os olhos fechados
— Não avisei o Satoru que iria dormir aqui. — digo — E nem tomei banho e sabes que detesto dormir sem tomar um banho antes.
— Vai lá, a tua casa fica literalmente aqui ao lado. — diz abrindo um olho só
— Eu volto já. — levanto-me — Podes dormir se quiseres.
— Nah eu espero. — diz
— Tu é que sabes. — dou-lhe um beijo na testa e saio do seu dormitório correndo para casa
Entro em casa e corro para o quarto, vou para a casa de banho e tomo um banho rápido sem lavar o cabelo.
Seco o corpo e visto uns calções de pijama e uma sweat que Megumi deixou aqui, desfaço a transa e calço os meus chinelos.
Coloco uma ligadura nova na mão não sentido tanta comichão como antes. Saio do quarto e bato na porta do quarto de Satoru.
— Entra.
— Satoru-san só vim avisar que vou dormir com o Megumi hoje. — digo colocando apenas a cabeça para dentro do quarto, o vendo na sua mesa em frente ao Pc
— Tudo bem, mas sem gracinhas, não quero ser avô tão cedo. — diz olhando para mim
— Que nojo, nós somos só melhores amigos. — digo fazendo uma careta — Boa noite, dorme bem. — despeço-me