Fruto de um relacionamento proibido, entre uma maldição e um feiticeiro Jujutsu, Natsuki Nakamura nasce.
Sua mãe é exorcizada logo após a sua nascença e seu pai sucumbido à morte pelas mãos dos Anciões.
É aí que Gojo Saturou aparece, melhor amigo...
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Depois da pequena conversa, bastante civilizada, entre o Saturo e o Itadori, o portador do Sukuna, os Anciões decidiram adiar a sua execução até que o mesmo tenha comido os restantes dedos do Sukuna.
E no fim desta confusão toda foi confirmada a sua entrada na nossa equipa junto da terceira aluna que ainda não chegou.
Arrumo a gravata e visto o sobretudo por cima, ajeito o cabelo e logo desço as escadas.
— Então Satoru-san vamos buscá-lo? — pergunto quando desço o último degrau
— Vamos vamos. Ele já deve estar à nossa espera. — diz colocando a sua venda
— E que tal se antes passaremos numa loja de doces? — pergunto com esperança — Estou com vontade de comer algo doce.
— Finalmente tiveste uma ideia decente desde que nasceste. — brinca comigo
— Ah que engraçadinho que estás hoje. — fingo ofendimento e dou um murro sem força no seu ombro — Vamos logo.
— Que mandona. — diz e dá-me um leve empurrão para perto do carro
Durante o percurso instalou-se um silêncio confortável, dá para escutar em volume baixo uma música que passa no rádio do carro.
Sinto uma leve dor de cabeça e as pernas começarem a tremer levemente.
Merda!! Não tomei a porra dos comprimidos.
Olho pela janela vendo várias casas e árvores a passarem rapidamente por nós, pela velocidade que Gojo conduz.
Ele ainda vai receber uma multa algum dia.
— Então como planeijas contar ao Megumi sobre a tua maldição? — pergunta
— Se alguém não tivesse abrido a boca ele não iria perguntar. — reclamo continuando a olhar pela janela
— Eu pensava que ele já sabia. — retruca defendendo-se — Vocês contam tudo um ao outro, como poderia saber.
— Tens razão, mas agora vou ter de lhe contar. Eu só não quero que ele tenha pena de mim... — suspiro — Odeio quando o têm.
— Não terá. Ele vai compreender. — consola-me e logo pára o carro numa vaga de estacionamento
— Porque estamos num hospital? — pergunto confusa
— Iremos esperar Itadori sair para conversar um pouco e responder a algumas das suas perguntas.
— Tendi. — digo saindo do carro e sentando-me junto dele num banco ali perto