Fruto de um relacionamento proibido, entre uma maldição e um feiticeiro Jujutsu, Natsuki Nakamura nasce.
Sua mãe é exorcizada logo após a sua nascença e seu pai sucumbido à morte pelas mãos dos Anciões.
É aí que Gojo Saturou aparece, melhor amigo...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
• • •
Estou numa sala escura, os meus pés e mãos estão atados com alguma coisa forte, mas não chega a ser correntes. Provavelmente uma corda.
Diversas pessoas estam ao meu redor, consigo reconhecer algumas como Gojo Satoru, Nanami Kento, Masamishi Yaga. Já o resto está coberto de mantos pretos dando só a visibilidade das suas bocas.
— P-Porque e-estou aq-qui? — pergunto completamente tremula
— Cala-te! Tu não tens o direito a falar. — um dos que está com o manto dá-me um estalo fazendo a minha cara virar com a força do impacto — Tu nem devias estar viva. Sua aberração!
Fico estática com a cabeça para o lado, choro baixo dando alguns soluços quase inaudíveis.
O que eu fiz?
Aberração?!
Eu só tenho 6 anos, isto não é justo...
Eu não tenho culpa...
— Não se atreva a tocar em mais um fio do seu cabelo. — ouço Satoru e levanto levemente a cabeça
— O que disse? — outro coberto do mesmo manto fala dando um paço em frente
— Nenhum de vocês têm o direito de maltratar esta criança! — Gojo aponta o dedo para cada um deles
— Ah sim? E porque não? — o que me agrediu pergunta alterando-se — Esta criança é uma aberração, filha de uma maldição e sobrinha do rei das maldições. Ela tem que morrer!
— SIM! — todas as pessoas com mantos gritam sincronizados assustando-me
— Eu assumo total responsabilidade perante esta criança, se futuramente ela der sinais que se está a rebelar... — Satoru suspira — Então aí sim, será condenada à sentença de morte. Tal como o seu pai.
— O que nos faz pensar que podemos confiar em ti? — desta ver um voz feminina fala, não se via a cara mas a mesma tem uma trança em frente ao rosto
— Eu dou a minha vida pela vossa confiança. — fica na minha frente soltando-me e pegando-me ao colo
— O-Obrig-gada... — gaguejo
— Vai ficar tudo bem, ruivinha... — sinto um beijo na bochecha levemente inchada e molhada por conta das lágrimas antes derramadas