PV Arizona Robbins
Já fazia três dias dês das conversa com o pai de Callie e nada de um retorno, não dormi quase nada nesses dias, o medo me atormenta, não tenho mais coragem nem de sair de casa, tirei um tempo do trabalho para tentar me acostumar sem ele, porque é o que vai acontecer se a mãe de Callie não me ajuda, sem falar que posso ser presa. Oh meu Deus! Eu posso ser presa! Como vou sobreviver em um presídio? Sou muito bonita para ficar atrás das grades, Sofia sem dúvidas terá vergonha de dizer que é minha filha, e quem pode julgar, meus amigos vão ficar tão envergonhados, MEUS PAIS.
Já assisti séries e documentários sobre penitenciárias feminina, não quero e não posso passar por nada daquilo, imagina meu pai, o renomado Coronel Daniel Robbins, com uma filha da presa...
Saiu de meus devaneios com a campainha tocando, olho no relógio e vejo que é cedo demais para visitas, penso na possibilidade de Calliope ter esquecido a chave, mas logo lembro que seu plantão só vai acabar a tarde, decidi ignorar a pessoa e a deixar tocar, uma hora a pessoa cansa. Mas eu estava enganada, bufando me levanto do meu cantinho de refujo durante esses dias/Minha grande poltrona cinza, deixo minha xícara com café na mesinha de centro e vou em direção a porta antes que a pessoa possa acordar Sofia que está dormindo no seu quarto. Aperto o nó do meu robe e abro a porta.
-Você recebe visitas com esse tipo de vestimenta?- Estou atordoada demais para responder -Se não se importa gostaria de entrar- Adentra minha casa e vai até a sala observando tudo -Onde está Calliope?- Balanço a cabeça para voltar ao meu normal
-Sra. Torres, não esperava sua visita...-
-Não foram vocês que pediram minha ajuda?- A mulher me corta -Sou uma mulher ocupada, Srta. Robbins, arrumei um tempo vago na minha agenda, e não tive tempo de avisar que estaria chegando.- Eu sei que pedimos a ajuda dela, mas vê la aqui, é realmente de se impressionar -Temos muito o que fazer, todas as informações e documentos que possa me oferecer sobre o caso. Onde fica o escritório?-
-Primeira porta do corredor de baixo, os documentos estão todos lá, vamos eu lhe mostro e conto o que aconteceu- Ando em direção ao corredor.
-Eu vou indo para o escritório, faça um café para mim, bem forte e sem açúcar.- Diz e sai rumo ao escritório, minha boca está aberta em descrença -Ah, vista uma roupa decente- diz sem ao menos se virar.
-Puta que pariu.- Solto baixinho quando a mulher some de minha vista, subo as escadas correndo, entro no meu quarto e começo a procurar meu celular, quando encontro logo disco o número de minha mulher. Ligo uma vez... caixa postal, ligo uma segunda vez... caixa postal, na quinta ligação eu já estava prestes a desistir.
-Oi amor, estou em cirurgia e a ligação está no viva voz- Escuto a voz da minha mulher um pouco abafada, provavelmente por causa da máscara.
-Calliope, você tem que vim para casa, sua mãe está aqui-
-Minha mãe, o que? Como assim Arizona?-
-Ela chegou faz nem 30 min, está no nosso escritório estudado o meu caso- falo baixo para não correr o risco da cobra, digo, minha sogra escutar. -Por favor, vem para casa o mais rápido.- Suplico
-Oh... ok... muita informação, vou ligar para o Dr. Johnson para ver se ele pode vim me cobrir, vou terminar essa cirurgia e já chego em casa.- Fala afobada
-Certo, não demora, estou com medo, ela é mais sinistras do que eu me lembrava- falo mais baixo ainda
-Arizona- me repreendeu e posso escutar risadas me fazendo lembrar que toda a equipe escutou meu comentário
-Desculpe, venha logo.- e sem espera uma resposta eu desligo
Visto uma roupa apresentável e desço para fazer o café que Lúcia pediu, pediu não, mandou. Eu odeio a prepotência dessa mulher.
-Sra. Torres aqui está o café- a jararaca nada fala só pega o café toma um gole fazendo careta e me devolveu a xícara, e continua lendo os papéis a sua frente. -A Calliope está em cirurgia, não deve demorar muito- Tento chamar sua atenção mas nada muda. -A senhora quer mais uma...
-Cala a boca!- Sou interrompida por seu quase grito, lhe olho espantada e ela continua- Estou tentando estudar seu caso, porque pelo jeito você não sabe fazer nada certo-
-Me desculpe.- Falo de cabeça baixa segurando as lagrimas -Vou esperar a Callie na sala, se precisar é só me chamar- minha voz sai cortada por causa do nó que se formou em minha garganta.
-Você está chorando?- Ela pergunta levantando a cabeça e me encarando com uma sobrancelha erguida. -Era só o que me faltava, além de incompetente é uma manhosa, cresça Robbins- Volta a focar nos papeis.
Eu não digo mais nada, apenas saiu do escritório encostando a porta, deixando que uma lagrima escorra pelo meu rosto, servindo de caminho para as demais, corro para meu quarto e me tranco lá, pelo menos por alguns minutos.
Vai ser complicado esses dias.
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Olá quem deu o ar da graça, depois de mais de 1 ano longe.
Peço milhões de desculpas, eu estava passando por momentos obscuros de minha vida, espero que vocês não tenham desistido de mim, vou me esforçar muito para não abandonar vocês.
Estou pensado em começar uma fic nova enquanto não tenho um rumo para essa história, afinal muito tempo se passou, não quero que fique uma coisa chata de se ler, tenho que me reconectar novamente com a fic.
Mas é isso seres humanos, me contem vocês como passaram todo esse tempo?
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O Recomeço.
FanfictionArizona Robbins decide ir morar em Nova York com Sofia. Com Callie solteira e morando perto sentimentos de um passado não tão distante iram ser desenterrados, ou será que esses sentimentos nunca foram enterrados?! /A fanfic é como se fosse uma cont...
