Capítulo 19.5: Fila Pro Lanche

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Fila pro lanche

Earl continuava sua busca incessante pelas pontas, mas é quase como se a caixa houvesse desaparecido da existência, passando por todos os lugares, mas ainda não a achava

Earl: ARGH... cadê essa buc- Ao se virar, percebe a presença de alguém vindo

???: Hihi...

Earl: Essa risada, talvez seja um- Correndo até a voz vinha, se deparou com um homem de 2 metros, possuindo uma gigantesca marca negra que ia de seus pés, até as orelhas, com pequenas pontas na bochecha, cabelo e olhos branco, de sua testa saiam dois chifres carmesins, semelhante a galhadas de cervo. Ele caminhava com seu celular, parecia estar rindo do que via nele - É o... - Ao entrar sem sua frente, interrompendo-o, uma grande aura engole todo aquele corredor, o escurecendo como a noite mais densa e fria, o mesmo olhou para a agente - Eu sabia! - Apontando para o rosto dele, o deixando surpreso - É você... Japagay! - Assim que percebe que era Earl, o homem repentinamente começa a esboçar felicidade, com toda a escuridão indo embora.

Japagay: Hihi, Earl. Quanto tempo - Animado, a abraça com força, estando muito feliz em revê-la - Que bom que está aqui também. Aliás, se liga nisso - Se tratando de um pequeno vídeo do Shake batendo seu bastão nas bolas de DH, caindo na gargalhada assim que vê - Hihi, ele vai adorar.

Earl: Ele? - Mas se lembra pelo o que estava procurando - Ai carambolas, eu me distraí de novo, malditas máquinas multimídia - Batendo suas mão na cabeça - Burra, burra... - Japagay rapidamente puxa seus braços, a fazendo parar.

Japagay: Ei, calminha aí, por que essa preocupação e pânico todo? Sinto que está bem tensa.

Earl: É, eu tô. Se não conseguir achar as pontas do Dubs, é bem provável que toda a arena vá pro beleléu, mas eu não as encontro em lugar algum - Em um ataque fúria, chuta a parede, derrubando apenas um quadro - Merda!

Japagay: Quie fofinha, hihi.

Earl: Não ria da minha desgraça, chifrudo.

Japagay: Tá bom tá bom. Se quiser, eu posso ajudar, a mensagem e o Kall podem esperar.

Earl: Valeu, chifrudo. Mas, eu já procurei por todo o prédio, os corredores, os saguões, banheiros, palanques, até em salas privadas, porém, nada. - Tendo outro ataque de raiva, chutando a parede novamente - Merda!

Japagagay: Aww, que fofinha

Earl: Não ria de mim.

Japagay: Tá bão 0w0. Bom, se quisermos achá-los, precisaremos sentir e analisar todas as possibilidades, assim, alcançaremos o caminho.

Earl: Confuso.

Japagay: Temos o costume de ser assim, temos uma aura diferente das outras.

Earl: Ei, espera aí, é isso.

Japagay: O que? Passou um morcego aqui?

Earl: Que? Não, o lance de sentir. Você é um demônio, certo? Vocês têm a capacidade de sentir emoções e energia, talvez possamos usar isso a nosso favor.

Japagay: É mesmo, nem lembrava - Esticando seus braços para frente, expande sua aura para todos os lados, cobrindo todo o prédio, que de um segundo para outro, havia se tornado escuro como a noite, pequenos pontinhos parecidos como estrelas surgiam, servindo como seus sensores - Vamos lá...o que a gente tá procurando mesmo?

Earl: As pontas do Dubs - Tirando uma ponta usada de seu bolso, a entregando para o demônio, que ao senti-la ressoando com as emoções de Earl, começa a vasculhar por toda parte, sua aura invadia os menores e mais estreitos dos lugares, não havendo limites da distância

Banimento Final - DESCONTINUADOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora