A.V.N.I.
O dia acabara de nascer, podendo escutar os passos apressados do lado de fora da tenda. No entanto, o jovem homem manteve-se de bruços no colchão, roncando tão alto que faziam muitos dos desavisados imaginarem haver um touro dentro do quarto. Mas quem poderia lhe culpar? Seus sonhos, após tanto tempo, eram prazerosos.
O balançar das árvores, o toque no imaginário e a flutuação sobre seus problemas terrenos. Caminhando nas nuvens, agarrou as estrelas, escalando o que pareceu continentes de pura beleza cintilar. Adentrando as urzes brancas, um gigantesco portão cor índigo aguardava sua visita, abrindo as duas portas ao seu primeiro passo. Entretanto, antes que pudesse atravessar rumo ao desconhecido, foi bruscamente puxado para baixo, caindo, pode ver seu corpo deitado na cama, despertando assim que chocou-se com ele.
— Acorda, preguiçoso! — alta e imponente, a mulher de vestes bastante ousadas batia sutilmente sua mão sobre a testa do rapaz. — Sério, parecia um animal sendo esganiçado. Deve ter sonhado com a conquista planetário para querer passar tanto do ponto!
— Ah... Hã? — Coçando os olhos, um pouco desnorteado pelo repentino despertar. — Nossa, dormi feito pedra, haha. Epa... tô peladão!
— Deu pra ver, está completamente babado. — jogando algumas peças de roupa contra o rosto do homem. — Toma, ficaram prontas ainda hoje. Ele disse para ter mais cuidado com elas, "materiais de qualidade como essa não em árvores". Disse mais ou menos assim, mas ainda não consigo replicar aquela voz fina e exibida.
— Uh, estão quentinhas, hehe. Valeu pela mãozinha, Anne. — Usando o cobertor para se cobrir enquanto veste. — A propósito, acho que tive aquele sonho de novo... O da porta. Acho que esse foi o que mais cheguei perto de atravessar. Mas... um certo alguém me acordou antes! — crepitou.
Anne
— Foi mal, mas eu não tenho olho mágico para saber o que está passando nessa sua cabecinha! Enfim, os times já foram escolhidos e, como a Libélula Roncadora resolveu afundar-se no algodão, vai ter que fazer sua exploração sozinho dessa vez.
Libélula
— Se estivesse no meu lugar... — tropeçando enquanto botava as calças. — Ai... não ficaria reclamando!
Vestido com uma calça jeans colada e um simples terno verde musgo escuro de mangas cerradas nos ombros, e uma regata cor de lima por cima. Pedindo ajuda de Anne para poder pentear seus cabelos, lisos e pretos, e amarrar os cadarços.
Anne
— Crianção.
Libélula
— Shiu!
Pegando os equipamentos e colocando-os na mochila de alça única, partiu a saltos sobre as árvores e vales em direção ao outro lado do planeta. Seguindo o caminho sem desvios e com a velocidade constante, cruzaria os mais de duzentos quilômetros em pouco menos de uma hora. Apesar da aparência jovial e gentil, o homem possuía força o suficiente para mover montanhas.
Chegando em seu destino, distribuiu os suprimentos diários para a população: comida, roupas, panelas e materiais de construção. A pacata cidade era apenas mais uma dentre as outras centenas espalhadas pelo planeta.
Libélula
— Tá bom, tá bom... Mas essa é a última vez, beleza? — Disse para as crianças. Apontando em direção a uma pedra qualquer, a oblitera em um segundo. — Tcharam!
Elas vibraram, pedindo que fizesse novamente, porém, calmamente respondeu que precisava ir. Recebendo algumas moedas de prata e olhares amistosos como agradecimento, pode tomar seu caminho de volta.
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Banimento Final - DESCONTINUADO
FantasyEm um universo governado pela mão suprema do imperador Libélula, uma hierarquia é fundada para ditar o seguimento das coisas. Por debaixo dos panos, está escondida a verdade de todas as mentiras contadas ao longo dos milênios, e caberá aqueles poder...
