Brilho roxo
Este é um dos contos mais populares com o nome do Rei Púrpura. Sua origem é vaga, mas é de consenso geral ter sido feito como uma ameaça entre as máfias.
No nível central, onde o lobby caminhava para se tornar o que é hoje, havia uma pequena cidade no sudeste, chamada Rio de Fevereiro, conhecida por sua ótima qualidade de vida e pela extrema felicidade de seu povo, bastante procurada entre os ricaços. Porém, onde há luz, a sombra está logo abaixo, uma pequena parte deste, uma área que se opõem completamente a sua linda imagem, crimes e assassinatos são recorrentes, recheada de mentalmente insanos, bem vindo ao à Bloowar, rua dos 3 dias, o lar dos vagabundos e criminais.
Em uma calçada escura, estava Purple, com aproximadamente 12 anos de idade, um jovem de imenso poder, porém, adormecido, e nem ao menos estava ciente de tal coisa. Tendo que viver vagando pelas ruas em busca de trabalhos, nem quando nasceu através da entrada possuía qualquer relíquia, se vendo em extrema pobreza, fazendo literalmente qualquer tipo de trabalho, por qualquer preço. Quanto mais crescia, mais se perguntava o porquê de tudo aquilo, porque tinha uma vida tão miserável? Por que os cosmos deram isso a ele? Por que tomaram toda a sua felicidade, antes mesmo de tê-la? Foi alguém? Uma coisa? Ou...o próprio destino? Perguntas constantes, mas que infelizmente, nunca teve suas respostas.
Purple: Que merda, será que a minha vida será resumida a isso? Ela apenas me deu...sofrimento - Seus pensamentos intrusivos contaminam sua mente, caminhando de cabeça baixa sob a melancólica luz noturna, banhado pelo pálido e fraco brilho lunar, descompromissado pelas ruas abandonadas - Será que eu...deveria desistir de tudo? - A poucos metros de Purple, um homem correndo euforicamente aparecia, sua feição era preenchida por medo e arrependimento - Do que aquele cara está fugindo? De repente, mais outros cinco homens apareciam o seguindo, mas estes estavam bem armados - Merda, eu preciso dar no pé, senão posso acabar virando próximo. Mas, isso seria algo ruim? - Sua vida era tão miserável que nem ao menos se importava caso fosse morto. Contudo, ao invés de fugir, optou por se esconder atrás de uma lata de lixo.
Com apenas um disparo, o homem é acertado em sua coxa, o derrubando. Purple ficou paralisado...mas o que ele sentia? Medo? Repulsa? Nojo? Não, ele estava interessado no que via, seu medo aos poucos se transformou em fascínio.
Criminoso Número 1: Pegamo o vagabundo.
Criminoso Número 2: Achou que podia fazer aquilo com a filha do dono da boca, tio?
Criminoso Número 3: Não esquece que ele também espancou ela, muita filha da putagem.
Criminoso Número 4: Que cara escroto, vai levar chuva de pipoco na cara.
Criminoso Número 5: Vamo decapitar o Junin, e levar a cabeça pra chefe logo, haha.
Criminoso Número 1: Boa idéia - Apontando sua arma para o "Junin"
Junin: Parou aí caralho, era brincandeira porra, por favor não me mata. Não entenderam? Era ironia, haha - Levando um golpe de cano grosso na cara - Argh, meus dentes, seus pela saco!
Criminoso Número 3: A gente come o cu dele, hehe?
Junin: Ah?!?
Purple os olhava com brilhos nos olhos, se sentindo..."animado" em ver o sofrimento daquele homem, aquela violência o encantava. Entretanto, ao se aproximar, acaba derrubando a tampa do lixo, causando um forte barulho pela rua, alertando a todos - Merda - Ele pensou.
Criminoso Número 1: Você tá fudi- Ouvindo o repentino som - Que droga foi essa?
Purple: Calma, pra eles só foi algo caindo, nada de pânico. Eu só preciso ficar quietinho - Porém, seu plano foi pro lixo assim que um coletor chegou, pegando a lixeira, e a levando embora, revelando o garoto encolhido - Aí é foda.
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Banimento Final - DESCONTINUADO
FantasyEm um universo governado pela mão suprema do imperador Libélula, uma hierarquia é fundada para ditar o seguimento das coisas. Por debaixo dos panos, está escondida a verdade de todas as mentiras contadas ao longo dos milênios, e caberá aqueles poder...
