Capítulo 84: Grite pela liberdade!

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Grite pela liberdade!

O encontro de suas palmas era suficiente para abalar a dimensão, gerando ondulações capazes de extravasar para fora da barreira; traduzido em intensas dobras de ar na plateia. Ambos punhos chocam-se, gerando uma grande explosão que lança-os em direções opostas.

Descendo para o palanque, o Supremo crava sua sola no murinho de pedra, rangendo os dentes, não conseguindo conter seu estresse. — Não pensei que conseguiria chegar tão longe. Não estamos diante de uma luta entre simples plebes. Não. Trata-se do encontro das apoteoses demoníacas! — Ele exclamou.

Dubs

— Gah... Eu vou voar pro infinito e além desse jeito! — sendo agarrado por Earl, antes que saísse do domo. — I-Inacreditável, parece que este torneio é um lar para transformações, não é mesmo? As dúvidas foram sanadas, MC, de fato era um demônio!

Earl

— Não, isso seria impossível! — contrapôs. — Em todos os registros que tive acesso sobre ele, o listaram como uma espécie incomum.

Dubs

— Mas, se ele não é um demônio, como explicaria o despertar e sua força anormal?

Earl

— E-Eu... não tenho essa resposta.

Distraídos, não notaram a chegada de outra ondulação, forte o bastante para arrancar as vigas de sustentação da salinha de narração. Lançados aos ares, acabariam esborrando-se no concreto caso não diminuíssem a queda.

Dubs

— R-Relaxem, eu dou um jeito! — ativando sua caneta, desenharia uma pequena bolha dimensional. No entanto, seu objeto de criação falhou. — Q-Quê?! Por que não tá funcionando? A ponta tá dando tilt!

Dubszinho

— Bobão, está usando toda a sua energia para sustentar aquela dimensão ali!

Dubs

— Então, use a sua, rápido!

Dubszinho

— Não dá... deixei cair quando estava tomando achocolatado. — respondeu, com um rosto envergonhado.

Earl

— De todas as mortes que pensei ter, virar uma panqueca não estava na lista.

Poucos metros de afundarem nas arquibancadas, deram as mãos, abraçando para seu triste fim.

Dubs

— Antes de virarmos capa de vó, quero que saiba de algo... Earl, eu sempre te a-...

Entretanto, antes que pudesse berrar seus sentimentos, puderam sentir tocar o concreto, imaginando estar tudo acabado. Contudo, foram surpreendidos ao simplesmente quicarem de volta para cima; e assim que iriam bater outra vez no chão, saltaram novamente. Até que finalmente, cessaram em segurança.

Dragon

— Ainda bem, consegui criar isso a tempo, hihi! — voando sobre eles.

No exato momento em que havia saído para fora do espaço, foi pego de surpresa pela multidão apavorada. — A corrida deixou milhares de feridos, portanto, usou seu tempo para criar centenas de camas feitas de seus próprios pelos para amortece-los durante a fuga.

Dragon

— Estão todos bem? É a primeira vez que faço algo do tipo, ou melhor, desse tamanho.

Banimento Final - DESCONTINUADOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora