Capítulo 17: Divina Palavra

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Divina Palavra

Após o ponteiro parar no I¹, Anne caminhava lentamente até um dos cantos da arena, onde havia uma viga de madeira. Com apenas um tapa, quebra-o ao meio, assustando a plateia do camarote, que rapidamente correm para a arquibancada de cima, dos destroços, tira uma pequena farpa.

Dubs: Ei sua bobalhona, demorei pakas pra consertar essa... bosta, e tu já me quebra ela? Eu me esforcei pra burro! - Gritou a fervorosos pulmões, enquanto batia seus pés no piso - E quebra, essa bodega em dois, só pra pegar um palitinho

Earl: Dubszeira, calma.

Dubs: Calma nada, agora eu tô full revoltado. Já não bastava começar antes de eu forjar a... DROGA da arena dimensional!

Ártico: Andem logo com isso. Eu quero ir ao banheiro.

???: Por que não foi no intervalo, baixinho?

Ártico: Por alguma razão, quando eu estava indo, o Lib do nada me parou e começou a xingar o Ifood, e daí evolui para um mega papo sobre como as tias da cantina são na verdade um bando de corruptas, e que só ligam pro próprio salário, e tomam tudo para si.

???: What the fock? - O lance foi tão sem sentido que acabou derrubando o que estava bebendo - Não, meu suquinho de goiaba!

Dubs: E tem mais-

Anne: E por acaso te perguntei alguma coisa sobre isso? - Sua voz foi tão firme e alta que fez Dubs afrouxar sua boca, por mais que ainda estivesse pistola com ela, voltou a busca da ponta.

Vitor: Bem que você podia ter esperado ele fazer a arena, né?

Anne: Eu não preciso esperá-lo. Se não fez a tempo, então que lide com isso.

Vitor: Então... diz aí, o que são essas coisas aí? - Apontando para a roda em cima de Anne - Qualé a do relógio flutuante? Tá até me lembrando o Enel, haha.

Anne: Não se finja de burro, Vijola.

Vitor: Você é chatona, hein. Ainda bem que nos distanciamos após aquele incidente, hehe.

Vrok: Hum... fofoca? - Já com a caneta e o bloco de notas piscando nas mãos - Estou farejando... lore?

Monarca: Se segura, homi.

Anne Sussurra: "I¹" - O graveto que estava em sua mão cresce absurdamente, tendo agora aproximadamente 4 metros

Ártico: Eita porra- Quase caindo do palanque

A plateia se impressionou, um minúsculo palito havia sido gigantificado do nada.

Guerreiro: Tá pinoia. O bagulho pequenininho ficou enorme em um segundo... isso foi impressionante

Riku: Foi o que ela disse, haha.

Guerreiro: Cara, minha mão tá coçando pra te meter o murro - Seus olhos emanam chamas de fúria, calando Riku.

Escondido em um dos corredores da arquibancada, estava Ceridwen, observando atentamente a luta, seus olhos se focavam totalmente em Anne

Vitor: É, e deu ruim.

Anne: Eu me pergunto, será que seu rabo tanka 4 metros tora?

Vitor: Como é a história aí? - Em um segundo, Vitor dispara para longe, alá Jack Sparrow, até o outro lado da arena - Fica longe de mim com essa merda, eu sou hetero porra!

Anne: Tá na hora da checagem, Vitorzinho. Vira aí rapidão, nem vai sentir

Riku: Cara, como queria que fosse e- Digo, corre Vitor.

Banimento Final - DESCONTINUADOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora