Ela ama adrenalinda.
Ele é motoqueiro.
Ela gosta de Dark Romance.
Ele é um bad boy.
"Desde de que à vi pela primeira vez, sentada e lendo seu livro duvidoso, uma imensa vontade de falar com ela surgiu, até que um dia finalmente criei coragem...
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Agora são seis e cinquenta e estou terminando de me arrumar, eu estou com um vestido vermelho decotado até metade das coxas, um salto preto não muito alto, uma maquiagem leve, e meus cachos estavam soltos. Logo escuto o interfone tocar, era o porteiro dizendo que Erick estava do lado de fora me esperando, tranco a porta e desço o encontrando ao lado de sua moto.
Oi! — Ele me cumprimenta com um abraço assim que me aproximo.
— Olá! — Sorrio simpática para ele.
— Vamos?
— De moto?- Pergunto insegura.
— Sim, ué- Ele diz óbvio.
— Erick, eu estou de vestido.
— E?
— É que... eu estou sem calcinha.
— E n-não sa-sabia disso...- Ele gagueja.-E agora? — Pergunta preocupado.
— Ah, acho que como você vai ficar na minha frente não tem problema, só que tenho que tomar cuidado na hora de subir e descer da moto.
— Ok! — Ele sorri e sobe na moto logo depois me estendendo a mão para me ajudar.
Subo na moto com sua ajuda e coloco o capacete, ele da partida e eu seguro sua cintura.
🌑🌓🌕
— Esse restaurante não é muito caro? — Pergunto tirando o capacete e arrumando os cachos.
— Relaxa linda, por minha conta. — Responde colocando a mão em minha cintura me guiando até a entrada. - Boa noite! Mesa para dois em nome de Erick Bruce.
— Boa noite! Ah, sim, mesa 14, vou pedir que acompanhem o senhor e a senhorita -A atendente fala chamando uma colega de trabalho para nos acompanhar.
A outra atendente nos acompanha até nossa mesa e ele puxa a cadeira para eu me sentar.
— O que desejam? — Um garçom pergunta.
— Um vinho Brunello, por enquanto. — Ele pede e o garçom anota em seu caderninho, assente com a cabeça e sai. Logo ele volta e Erick pede que ele deixe a garrafa, assim ele faz e se retira.
— Uhn... ótimo -Digo provando do vinho.
— Que bom que gostou, já sabe o que vai pedir?
— Uhn, menor ideia, tem algo para me indicar?
— Filet Mignon, é um bife grelhado com molho londrino e legumes, uma delícia.
— Parece bom, pode ser esse.
Ele chama o garçom e faz nossos pedidos, ficamos conversando e logo a comida chega, era tão bom que foi difícil manter a classe e comer igual gente, mas eu consegui porque sou muito foda.
Quando terminamos ele pediu uma sobremesa, era uma taça de sorvete que dividimos, mal sabe ele que eu como uma dessa sozinha, depois ele pagou a conta que falei para dividirmos, mas ele não aceitou, chato. Enfim, agora estamos no estacionamento colocando os capacetes.
— Você tá cansada? - Ele pergunta um pouco auto por conta do capacete.
— Não, por quê?
— Queria te levar em outro lugar antes de ir para casa.
Subo na moto e falo próximo ao seu ouvido um pouco alto pelo capacete. — Então vamos.
Erick pilota pelas ruas da Califórnia bem rápido, sempre olhando no retrovisor para ver minha reação que era sempre um sorriso simples. Eu sempre gostei de andar de moto, eu amo a adrenalina e o vento em meu rosto. Me abraço mais em seu corpo, me sentindo segura com ele. Ele para em um parque e nos sentamos em um banco para conversarmos.
— Então Maddy, sei que está aqui por intercâmbio, pretende ficar por quanto tempo?
— Ah, eu vou terminar o terceiro ano obviamente e fazer faculdade, eu quero morar aqui. — Vejo um grande sorriso se plantar em seus lábios.
— Vai cursar o quê?
— Moda
— Que incrível, você vai fazer todas as minhas roupas, vai ser demais, quero um closet completo.
Solto uma risada sincera e o olho, ele já me olhava com um sorriso lindo, seus olhos escuros tinham um brilho. Ele aproxima seu rosto do meu, como se fosse me beijar, permito que ele chegue bem perto de meus lábios e enfim viro meu rosto não permitindo seu beijo. Erick então beija meu pescoço com a mão em minha coxa e eu somente levo minha mão ao seu membro por cima da calça e o massageio, ele por sua vez suspira em meu pescoço entre os beijos e mordidas, continuo com a massagem até que sinto ele duro e suas mãos sempre tentando adentrar o vestido, mas não o permito, logo paro com os movimentos e tiro minha mão me levantando.
— Me leva para casa? - Ele me olha incrédulo, confesso que segurei a vontade de rir.
— Como?
— Cansei, quero ir embora.
— Você vai me deixar assim? - Diz ele indicando a sua grande ereção.
— Vou, agora vamos, preciso das minhas oito horas de sono, é muito importante.
— Sim senhorita - Ele fala se levantando, subimos na moto e ele logo para em frente meu prédio.
— Muito obrigada por hoje, eu me diverti muito com você.
— De nada - Sorrindo ele vem para me beijar, mas novamente eu desvio fazendo o beijo ser na bochecha dessa vez.
— Boa noite, Erick. - Rindo de sua falha tentativa sigo para a entrada do prédio.