Ela ama adrenalinda.
Ele é motoqueiro.
Ela gosta de Dark Romance.
Ele é um bad boy.
"Desde de que à vi pela primeira vez, sentada e lendo seu livro duvidoso, uma imensa vontade de falar com ela surgiu, até que um dia finalmente criei coragem...
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Eu finalmente consegui convencer Maddy a ficar, assistimos um filme (da escolha dela, é claro) e agora ela dorme no meu peito e eu fico admirando sua beleza surreal.
Desde que a vi pela primeira vez, sentada e lendo seu livro duvidoso, uma imensa vontade de falar com ela surgiu, até que um dia finalmente criei coragem e nossa… meu coração parou quando ela sorriu.
Eu quase tive um infarto quando ela aceitou sair comigo, confesso que fiquei muito chocado quando ela me disse estar sem calcinha, e realmente tive um mini infarto ao ter a noção de que ela estava sentada atrás de mim, com as mãos em volta da minha cintura SEM CALCINHA, repito, S-E-M C-A-L-C-I-N-H-A. Essa garota atrevida teve a cara de pau de me deixar de pau duro e simplesmente falar que queria ir embora, mas eu ainda vou puni-la por isso.
Hoje mais cedo quando ela me bateu realmente me deixou um pouco puto, mas mais do que raiva eu senti um puta tesão, ela brava toda gostosa me olhando com aquele olhar felino deixou meu pau duro, assim que ela saiu eu fui pro vestiário masculino e bati uma pensando nela, pensei nela toda gostosa me chupando, depois que gozei fiquei puto de verdade, não pelo tapa, mas sim pelo tanto de filho da puta que devem fantasiar ela enquanto punhetam esse paus pequenos e medíocres, eu fico muito puto mesmo quando percebo os olhares desses filhos da puta nela, na minha garota.
Ela é minha, eles não têm o direito de cobiçar o que me pertence. Estou em tempo de pegar o Collin na porrada, ele pensa que eu não o vi dando em cima dela, sem falar dos olhares que ele lhe direciona, arrombado.
Saio de meus pensamentos quando minha garota se mexe em meus braços.
— Hum, que horas são? — Ela pergunta lindamente com sua voz rouca.
— 16:32h.
Ela nada diz, somente se espreguiça em meus braços.
— Desgruda Erick. — O que ela tem de linda, ela tem de chata, puta que pariu. Infelizmente, ela sai de meus braços e se senta no sofá.
— Como você consegue ser tão chata?
— Me leva pra casa, então, vai me fazer um favorzão.
— Não, vem, vamos fazer o dever de casa. — Levanto e ela me estica o braço, e eu a puxo, fazendo-a se levantar. Pego nossas mochilas, as levando até a cozinha, onde passamos horas fazendo os deveres. Tá que eu mais copiei e tentei beijar ela do que fiz alguma coisa, pelo menos está feito.
🌑🌓🌕
dias depois.
P.O.V Maddy
Já faz alguns dias que Erick fica me irritando, na verdade, ele só dá em cima de mim. Amo isso, mas tenho que manter a postura. Para falar a verdade, eu acho que estou criando um sentimento por ele, mas não vou demonstrar, pelo menos não por enquanto, quero ver ele batalhar para me ter.
— No que está pensando?
— Nada de importante.
Ele tanta me beijar, mas viro o rosto.
— Será que eu nunca vou ganhar um beijinho seu? — Ele faz biquinho.
— Não sei se você merece.
🌑🌓🌕
Erick desce de seu quarto todo arrumado e cheiroso.
— Vamos!
— Vamos 'pra onde?
— Vou te levar em casa 'pra você se arrumar, vamos sair.
O filho da puta não fala mais nada, subimos na moto e ele me leva para casa.
— Já que não vai falar para onde vai me levar, pelo menos fale que roupa devo usar.
— Coloque um vestido ou um short de gostosa. — diz ele, se sentando em minha cama.
— Nossa, como você me ajudou. — falo, abrindo o guarda-roupa.
🌑🌓🌕
— Essa saia com essa blusa e aquele salto vai ficar daora. — diz ele esparramado em minha cama, apontando para as roupas.
— Certeza?
— Confia, poh.
Tomo banho e passo creme por todo o meu corpo, saio do banheiro somente com uma calcinha preta minúscula, sinto o olhar dele em meu corpo.
— Você é mó gostosa.
— Eu sei.
Me sento ao seu lado na cama com um espelho e minha bolsa de maquiagem em mãos, faço uma maquiagem leve, uma sombra nude com um delineado e um batom vermelho não muito escuro.
Coloco a roupa que ele disse, uma minissaia branca com um racho lateral, um corset de renda prata com brilho e um salto da mesma cor. Coloco o salto e ando até ele, que está sentado na ponta de minha cama. Coloco meu pé em seu peito, o mesmo passa a mão por minha perna e fecha a sandália, repetindo o processo com o outro pé.
— Gostosa. — Diz ele, me admirando e quando passo perfume e coloco os acessórios.