Capítulo 22. Trilha

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Acordo toda dolorida e sinto o peso do braço de Erick em minha cintura

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Acordo toda dolorida e sinto o peso do braço de Erick em minha cintura.

— Hum, que horas são? – Pergunto com a voz rouca sem nem saber se ele tá acordado.

— Devem ser umas seis e pouca. – Ele responde todo preguiçoso enterrando o rosto no meu pescoço.

  Viro de frente para ele o abraçando pelo pescoço e ele abraça minha cintura.

— Seu pescoço está todo marcando. – Ele fala sorrindo.

— Eu não acredito que você fez isso seu palhaço.

— Você não tava achando ruim quando tava me pedindo mais né.

— Cala a boca.

— Mais Erick, mais. – Ele imita a minha voz gemendo no meu ouvindo.

— Para Erick. – Belisco a sua barriga.

— Aii. – Ele desfere um tapa estralado na minha bunda.

— Eu tô com fome, o que a gente vai jantar?

— O que acha de fazermos uma lasanha? – Ele diz me olhando brincalhão.

— Uma boa. – Sorrindo me levanto e colocamos nossas roupas.

  Já havíamos feito nossa lasanha também já tínhamos jantado e agora estamos deitados na cama de novo, estamos pensando em assistir um filme.

— Homem de ferro.

— Ah, não! Vamos ver Barbie.

— Barbie não, não quero ver filme de menininha.

— Então qual?

— A bela adormecida.

— E esse é de macho?

— Mas a malévola é fodona, eu gosto dela.

— Vamos assistir Malévola então.

— Não! – Ele diz meio desesperado — Eu gosto da briga das fadinhas decidindo se o vestido vai ser rosa ou azul. – Ele cora.

— Tá bom amor, vamos assistir A bela adormecida. – Ele comemora e se deita em cima de mim se aconchegando em meus seios.

                             🌑🌓🌕

Estamos no meio do mato porque o filha da puta do Erick inventou de fazer uma trilha, são exatas oito da manhã, eu poderia estar dormindo, mas eu estou onde? Exato, no MATO.

— Amor, vamos para casa, por favor.

— Qual é linda, vamos andar um pouquinho, sim? – Ele fala todo fofinho, seguro sua mão entrelaçando nossos dedos.

— Hum, eu tô com sono. – Digo em um resmungo.

— Vai valer a pena. – Diz Erick — Eu espero! — Murmura.

— O que está aprontando?

— Não estou aprontando nada, amor.

  Meio desconfiada eu continou andando com ele mato à fora. Chegamos em uma cachoeira muito linda, uma água cristalina cai de enchorrada até alcançar o lago, algumas pedras e árvores espalhados, tudo tão lindo, eu olho admirada por uns cinco minutos.

  Quando me viro para onde Erick deveria estar e não o encontro, abaixo o olha vendo ele ajoelhado no logo com uma caixinha preta de veludo em mãos, coloco as duas mãos na boca em surpresa, meus olhos se enchendo de lágrimas.

— Erick... – Não termino pois ele me interrope.

— Maddy, desde que você chegou na escola você prendeu minha atenção de uma forma inexplicável, eu te observava de longe querendo falar com você, mas não sabia como. Você sempre com a cara enfiada em livros e nunca se importando com nada, até aquele certo dia que tomei a decisão de ir falar contigo. Essa foi a melhor coisa que já fiz na vida, eu te amo com todo o meu coração, esse ano com você foi o melhor e hoje quero saber se você me daria a honra de ser seu namorado?

— Erick... Sim, namore comigo e me faça a mulher mais feliz do mundo ao seu lado, meu amor.

  Ele levanta e me beija, beija todo meu rosto e eu gargalho, trocamos as alianças e ele beija minhas mãos, logo beijando minha boca.

— Eu te amo, meu amor. — Diz ele entre o beijo.

— Eu te amo.

  Ele intensifica o beijo, as mãos apertando minha bunda e me impulsionando para cima, eu prendo as pernas em seu redor.

— Amor. – Gemo contra sua boca quando ele me prensa contra uma árvore.

— Eu vou fazer amor com você. — Diz beijando meu pescoço, minhas mãos estão arranhando seu pescoço puxando os cabelos da nuca.

— Erick! – Puxo sua camisa para cima à tirando de seu corpo, ele faz o mesmo com a minha beijando meus peitos, eu estava sem sutiã pois estava com preguiça de colocá-lo.

  Chupando meus seios Erick termina de tirar nossas roupas e coloca um preservativo me penetrando, ele estocava bem devagar me provocando.

— Rápido, amor! – Peço jogando a cabeça para trás a encostando na árvore.

— Geme meu nome! – Ele manda aumentando a velocidade das investidas.

— Erick, por favor. — Ele me coloca no chão me virando de costas para ele, novamente ele me penetra segurando minha cintura.

The Best Of Changes Histórias para pegar e não largar. Descubra agora