Só oro, não caia longe de mim.

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Adivinhem quem esqueceu do feriado? Ksksksksk voltei dias antes porque claro, não teria tempo no feriado.
E com um aviso, a próxima atualização vai sair dia 13 de abril, pq a vida adulta tá chutando minha bunda.
Espero que gostem do capítulo ;)
Boa leitura!!! Perdoem qualquer erro, porque não corrigi rs

A semana é santa pero santa no soy!

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“Vamos voar para longe, mas se cairmos
Só peço, não caia para longe de mim
Eu não tenho asas, amor, nunca terei
Voando por sobre um mundo que você carrega
Se essas alturas trouxerem minha queda
Se o vento mudar, se eu me deparar com uma tempestade
Permita que a terra encontre seu caminho brutal até mim”

“Você acha que exagerei? Carlos continua dormindo.” Donna pergunta preocupada enquanto vocês o cobrem com uma coberta e beija a testa dele com amor.

“Ele está bem, amor. É madrugada, pela manhã ele estará tão animado como sempre.” Você garante e segura a mão de Donna, a guiando até o quarto antes que ela comece a pensar muito sobre isso.

Quando vocês chegam no quarto, você sorri para Donna e a encosta na porta com um pouco de força, trancando a porta atrás dela. Donna ergue uma sobrancelha para você e aperta sua cintura.

“Oi.” Você diz com um sorriso quase idiota e Donna sorri da mesma maneira de volta para você.

“Oi, cara mia.”

“Eu quero passar um tempo a sós com minha esposa antes de voltarmos para a loucura de casa. O que você acha disso?” Você sussurra no ouvido dela e não evita sorrir atrevidamente quando sente Donna tremer em seus braços. “Você nem precisa responder, querida. Você cheira tão bem agora.”

Você passa a mão pela longa saia preta de Donna e a ergue até a cintura, voltando a passar a mão pelas pernas dela até a coxa, sentindo o harness que ela usa contra a ponta de seus dedos.

“Você cheira tão bem que sinto que posso devorar você.” Você sussurra e desce sua boca até o pescoço dela, passando os lábios e os dentes pela carne perto do ponto de pulsação sem mordê-la.

“Deixe eu fazer isso hoje.” Donna pede em um murmúrio e segura os seus ombros, antes de inverter a posição e fazer com que seja você pressionada contra a madeira da porta. “Sinto que você não está jogando um jogo justo, amore mio. Você esqueceu que eu também gosto de estar no topo?”

Donna sorri provocadoramente e quando o brilho chega aos olhos dela, você sabe que Donna apenas acabou de receber uma grande dose de confiança por estar ao seu lado e saber do que é capaz. Isso envia uma descarga pelo seu corpo inteiro e você se sente molhada em segundos, se agarrando nos braços de Donna para ter algum apoio

“E o que você vai fazer, Lady Beneviento?” Você pergunta e ela sorri confiante, aproximando o rosto do seu perto o suficiente para te dar um beijo, mas ela não faz isso.

“O que você implorar que eu faça.” Ela responde muito perto, respirando com dificuldade contra você. “E o que eu quero fazer, porque eu sei o quanto você gosta.”

A mão de Donna entra por baixo de sua calça e ela acaricia muito devagar você contra o tecido da calcinha, te provocando com a ponta dos dedos, enquanto sorri contra a sua boca e mantém os olhos fixos nos seus. Ver a expressão confiante e sedutora de Donna arrepia o seu corpo inteiro e você se esforça muito para não choramingar contra ela, sendo que ela mal te tocou como você deseja ainda.

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