Pessoas boas e inocentes

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Oi, oi, oi. Como vocês estão?

Antes de lerem esse capítulo, matem minha curiosidade. Como vocês encontraram essa fanfic? Foi por recomendação, procura aqui no wattpad ou o acaso?

Espero que toda a demora valha a pena, porque ainda tenho uma certa dificuldade para cenas... bem, vocês vão saber >_<

Espero que gostem! Boa leitura e mais uma vez, obrigada por todo carinho, comentários e favoritos. Me incentivam a continuar escrevendo dessa criadora de bonecas que amamos.
Até mais? Xoxo
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"Porque toda vez que estou com você, eu entro em uma zona
E eu me lembro todos os lugares que você quer ir
Me leve o caminho todo
Porque cada vez que te vejo, não quero me comportar
Estou cansada de ser paciente, então vamos nos apressar
Me leve o caminho todo
Ninguém vai tocar nisso
Amor, ninguém vai."

"Faça isso rápido." Donna praticamente implorou quando você começou a movimentar os dedos lentamente contra ela, totalmente o oposto que ela estava implorando. O corpo dela já tremia levemente contra você e esquentava sua pele mais que a água que cobre vocês.

"Calma…" Você sussurra no ouvido de Donna enquanto continua a acariciando devagar, adicionando uma pequena pressão apenas para ouví-la arfar quase sem fôlego. Quando os gemidos de Donna se tornam mais altos e desesperados, você usa sua mão livre para tapar a boca dela. "Quieta."

Você molha os lábios e beija o pescoço dela, passando a língua pela pulsação e passando as presas com cuidado sobre ela, até morder Donna firmemente e sugar o sangue dela na mesma hora que acelera o ritmo dos seus dedos contra o clitóris e aumenta a pressão. Ela morde a palma da sua mão por não poder gritar. O calor era tão forte e Donna queimava tanto contra sua pele e boca, que você podia jurar que a água ferveria sem muito esforço de vocês.
Sua visão ficou escura e o sangue de Donna parecia muito mais doce na sua língua, como a melhor das suas presas. Você sugou e gemeu contra ela enquanto bebia mais do sangue dela e tirou a mão da boca de Donna para conseguir ouvir as lamentações e pedidos dela, segurando o peito dela com firmeza e usando o polegar para rolar contra o mamilo rígido de Donna.

"Como está?" Você pergunta murmurando, se afastando do pescoço dela apenas para  sentir Donna estremecer e segurar a sua mão no clitóris dela, colocando ainda mais pressão e aumentando a velocidade, como se estivesse te incentivando a masturbá-la mais desesperadamente.

"Não para." Ela implora mais uma vez e levanta o quadril para aumentar o contato com a sua mão.

"Vamos sair da água." Você sussurra contra o ouvido dela. Donna escorrega um pouco para frente da banheira e se vira, você aproveita que está de frente para ela e a faz enlaçar seu corpo com as pernas, para levantar com ela no colo.

O chão do banheiro e do quarto vai ficar ensopado com a água que escorre de vocês, mas isso é um problema para amanhã. Você coloca Donna sobre a cama e ela sorri, ajeitando os travesseiros atrás dela para dar uma sustentação.

"Vem aqui e termine seu trabalho, cara mia." Ela diz com um sorriso e te chama com o dedo e um olhar malicioso e brincalhão.

"Alguém está animada hoje." Você responde, rastejando na cama até ficar em cima dela. Donna sorri e segura sua cintura, descendo as mãos até apertar sua bunda com força e dar um tapa forte em cima. Você ri e ergue a sobrancelha. "Vou ter que te caçar com mais frequência."

"Ah é?" Donna sussurra para você e inclina a cabeça apenas até os lábios de vocês se tocarem de provocação. Ela lambe o seu lábio inferior, mas não te beija ainda, apenas puxando o seu corpo mais contra o dela, até que você monta sobre a perna dela, ganhando um pouco de fricção.

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