🔞ESSA OBRA E UM DARK ROMANCE 🔞
CONCLUÍDO ✅
Dizem que uma história triste sempre começa com algo tenebroso, assustador e macabro.
Foi o que aconteceu com ela. Após o suposto massacre da família Clement, Leona se tornou uma pessoa fria, sem amor e...
Nunca duvide de uma mulher diabólica. _________________________________________
POV:"Sob a lua de sangue, o vale da morte se tornava um palco para o desespero, onde cada sombra sussurrava segredos de almas perdidas." _
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— Você não pode deixar ninguém saber desse código, ok Leona? — Ele diz em um tom sério. — nem mesmo seu irmão.
— Porquê?
— Olha voc....
Ouço um estrondo no portão que me faz estremecer, e antes que eu possa reagir, um homem com uma máscara escura entra pela porta. Meu coração dispara ao ver a bala atravessando a cabeça de papai. O impacto é brutal e instantâneo, e o som ecoa como um trovão na minha mente...
— Pai... 𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃𓂃
Abro meus olhos em um sobressalto, a realidade se impõe sobre mim como um manto pesado. Levanto a cabeça, buscando entender onde estou, e ao erguer meu olhar, o encontro. Seu rosto sereno e tranquilo.
Demon repousa ao meu lado, e um sorriso involuntário surge em meus lábios ao recordar do que aconteceu naquela momento. Aproximo minha mão de seu rosto e acaricio sua clavícula com delicadeza, como se temesse quebrar o encanto daquele instante.
Me levanto com cuidado, evitando qualquer movimento que pudesse despertá-lo.
Coloco uma blusa que estava esquecida na cama e a visto, sentindo seu tecido suave contra a pele. Saio do quarto e sigo em direção às escadas, a escuridão ainda abraçando a casa.
A noite parece eterna, e é impossível encontrar descanso enquanto os pesadelos dançam na minha mente. Pergunto-me se são meros sonhos ou fragmentos de uma realidade perdida, um código indecifrável que insiste em assombrar meus pensamentos.
Chego à cozinha em busca de algo que possa distrair essa tempestade interna. Ao abrir a geladeira, meus olhos brilham ao encontrar o pote de chocolate que me aguardava pacientemente. É como se ele soubesse que eu precisaria dele.
Pego uma colher e abro um pouco a janela da casa, permitindo que um leve vento entre. Me sento à mesa de mármore, colocando o pote entre minhas pernas enquanto saboreio cada colherada do doce. O chocolate derrete na minha boca, um alívio momentâneo para as inquietações que me consumiam.
Mas, por mais que eu tente esvaziar minha mente, as sombras retornam abruptamente. Os pesadelos se acumulam, como nuvens escuras prestes a desabar. Em cada um deles, a figura familiar do meu pai surge, seu olhar carregado de urgência, como se tentasse me avisar sobre algo crucial. E sempre, inevitavelmente, o homem da máscara aparece, sua presença gelada e indistinguível.