➸chapters; My demonic

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❝ Apenas um bastardo
invejoso...❞

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1 hora antes...

Não consigo mais suportar isso. Cada segundo que passa parece uma eternidade, e a incerteza me consome. Fui forte o suficiente para descobrir o motivo da minha presença aqui, mas o peso da verdade é insuportável. O pacote na mesa exalava uma aura de maldade, e eu sabia que não era nada bom. Mas como dizem, pessoas tomadas pela raiva adoram falar, e Angelo é um deles. Sua inveja pela vida que Demon levou é apenas um dos motivos que o impulsionam a querer se vingar. O outro? A dor pela perda de seu irmão Matias.

Agora, ao refletir sobre tudo isso, percebo que parte da culpa recai sobre mim. Se eu não tivesse provocado Demon daquela maneira, talvez Matias ainda estivesse aqui. Mas isso não importa mais agora.

Uma sensação inquietante se instala em meu peito; algo está prestes a acontecer. Rezo para que seja a chance de escapar deste pesadelo. Quando finalmente consegui separar meus lábios, Angelo entrou na sala com a mesma mulher que havia visto antes. Assim que ele me viu, sua raiva se intensificou, e eu podia sentir a indignação emanando dele.

O erro de Angelo foi ter pedido àquela mulher para me soltar. Num instante de desespero e adrenalina, agarrei a cabeça da mulher ao meu lado e a empurrei contra a cadeira. As correntes ao redor do seu pescoço me oferecerão uma breve sensação de poder enquanto eu observava mais homens entrarem na sala com máquinas de choque.

Quando Angelo avançou em minha direção, um impulso primal surgiu em mim; cortei seu rosto com minhas unhas afiadas.

Não me arrependi do ato, mas o que aconteceu em seguida foi doloroso demais para descrever.

Mais tarde, após toda aquela confusão, percebi uma pequena luz vermelha piscando em meu anel. Não sei se era real ou se eu apenas estava alucinando por causa da situação. A mesma mulher se aproximou novamente; ela não parecia má - pelo contrário, havia algo quase gentil nela - mas me mantive atenta. Ela trouxe um sanduíche e um copo d'água, mas não consegui comer ou beber nada; não confiava no que poderia estar naquela comida.

Ouço sua voz pela sala, me fazendo sair dos meus devaneios.

- Que nojo de você! A puta dos Dumont agora está acabada - ele diz, um sorriso cruel desenhado em seu rosto.

Fico em silêncio e desvio o olhar.

- Não vire o rosto quando estou falando com você! - seu grito ecoa pela sala fria e vazia, forçando-me a encará-lo novamente.

- Parece que você não tem bons modos - ele murmura com um tom provocador - É uma mulher difícil de domar.

Sinto seus dedos tocarem minha coxa e começarem a subir lentamente até meu short. Uma onda de repulsa percorre meu corpo enquanto reprimo os lábios e uma lágrima escorre pelo meu rosto. Remexo-me na cadeira tentando escapar daquele toque invasivo.

𝗠𝘆 𝗱𝗲𝗺𝗼𝗻𝗶𝗰 𝗺𝗼𝗯𝘀𝘁𝗲𝗿Onde histórias criam vida. Descubra agora