🔞ESSA OBRA E UM DARK ROMANCE 🔞
CONCLUÍDO ✅
Dizem que uma história triste sempre começa com algo tenebroso, assustador e macabro.
Foi o que aconteceu com ela. Após o suposto massacre da família Clement, Leona se tornou uma pessoa fria, sem amor e...
"O chão manchado de sangue sussurrava histórias de corações despedaçados." _________________________________________
⚠️ Capítulo com gatilhos fortes.⚠️ Não esqueçam de votar 📚
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Flashback:
Leona, me ouve, ok? Eu não sei quem são esses homens e o que eles querem, mas eu preciso que me escute — seguro seu rosto com as duas mãos. — Vou atrás do papai, ok?
— Não, Orion! É perigoso demais! Por favor, não me deixe sozinha!
— Shh, vai ficar tudo bem. Confia em mim — lhe dou um beijo na testa.
Corro para a janela e, com rapidez, pulo em uma árvore. Minha pele rala um pouco, mas estou desesperado demais para me preocupar com isso agora. Consigo descer da árvore e caio no chão; cambaleio um pouco e saio correndo.
De longe avisto um carro com homens armados e com máscaras cobrindo todo o rosto. Um arrepio na espinha me faz estremecer ao ouvir uma voz que parecia ser conhecida, mas ao longe não consigo ouvir direito.
Estou escondido entre os arbustos, tentando arranjar um jeito de encontrar uma saída segura e localizar meu pai. Olho para os lados e sinto alguém passar atrás de mim. O barulho da sniper sendo carregada ao meu lado me faz estremecer.
Olho na direção de onde veio o barulho e observo o homem parado ao meu lado.
Meu Deus do céu.
Quando espero o pior acontecer, um murmúrio sai de seus lábios enquanto o homem se afasta furtivamente para dentro da mansão novamente. Olho para os lados e não vejo mais ninguém.
Corro em direção ao carro preto que papai estava usando quando escuto um tiro e o carro explode à minha frente, me jogando para longe.
Minha cabeça dói e eu não consigo ver nada à minha frente; tudo está embaçado. Balanço a cabeça tentando voltar à realidade. Não escuto nada, só zumbidos ao longe.
Me levanto cambaleando e vou em direção ao fundo da minha casa quando ouço grunhidos vindo de lá. Fico receoso em ir, mas escuto a tosse se intensificando ainda mais. Vou em direção ao barulho e, quando me aproximo, vejo papai deitado no chão com as mãos segurando a barriga.
Corro em sua direção e, quando me aproximo, vejo seu rosto queimado, uma obra macabra marcada por sangue e dor. Me desespero e me aproximo rapidamente dele.
— Papai! papai, você está bem? O que aconteceu? — digo, encarando seu semblante desfigurado.
Ele não responde, apenas respira com dificuldade, cada expiração um lamento agonizante. Sinto sua mão fria pender sobre meu ombro, como um peso insuportável. As lágrimas escorrem pelo meu rosto, um rio de desespero ao não saber como salvar meu próprio pai.