🔞ESSA OBRA E UM DARK ROMANCE 🔞
CONCLUÍDO ✅
Dizem que uma história triste sempre começa com algo tenebroso, assustador e macabro.
Foi o que aconteceu com ela. Após o suposto massacre da família Clement, Leona se tornou uma pessoa fria, sem amor e...
" Não será um "ADEUS" e sim... Um "ATÉ LOGO" ____________________________________
Não esqueçam de votar 📚✨
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Enquanto o padre recitava as palavras sagradas, o cemitério estava envolta em uma atmosfera pesada, na qual eu fazia parte.
O eco das orações se misturava aos lamentos suaves que vinham de todos os cantos. Era como se o ar estivesse carregado de dor e saudade, um manto de tristeza que pesava nos ombros de todos os presentes.
Enquanto eu lutava para conter as lágrimas.
Sentia uma dor intensa no peito, uma ferida aberta que não se fechava.
Olhei para o caixão à minha frente, onde meu irmão repousava em um sono eterno, sua pele pálida contrastando com o brilho das flores brancas que adornavam seu descanso final.
Cada detalhe daquele momento parecia se arrastar, como se o tempo tivesse decidido parar para me torturar.
Segurei suas mãos frias entre as minhas, buscando um pouco de calor em sua presença inerte. Coloquei uma rosa delicada entre seus dedos cruzados, um gesto simples que carregava todo o amor e a perda que sentia naquele instante.
Ao subir no palanque, as vozes ao meu redor se silenciaram; todos os olhares estavam fixos em mim, esperando.
— Bom, eu... gostaria de agradecer a todos que estão presentes aqui hoje — comecei, mas minha voz falhou ao encarar o público. Os rostos ao meu redor eram uma mistura de compaixão e tristeza, refletindo a dor que compartilhávamos.
Engoli em seco, tentando encontrar as palavras certas. A perda do chefe da Silicina era uma tragédia não apenas para mim, mas para todos aqueles que o conheciam. Mas naquele momento, a dor pessoal superava qualquer discurso formal.
— Me desculpem... mas eu não consigo falar isso de uma forma tão natural quanto parece... — meu tom se quebrava com cada palavra. O ar me escapava enquanto soluçava, tentando recuperar a compostura.
— Meu irmão... meu único irmão... vê-lo dentro de um caixão tão pálido me enche de tristeza. Saber que pela manhã eu não serei acordada por sua presença... não teremos mais aquelas brigas bobas ou suas piadas ruins e humor duvidoso... — a lembrança das nossas interações me afligia ainda mais. Como eu desejaria ter mais um momento com ele.
As lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, misturando-se ao peso da dor que sentia no coração. Não havia nada pior do que ver alguém tão amado partir. Caminhei até o caixão pela última vez, sentindo uma necessidade urgente de estar perto dele mais uma vez.