➸chapters; The end?

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❝ Eles pensam
que é quem? ❞
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Aviso⚠️

● Capítulo um pouco pesado e explícito para leitores sensíveis, se você é sensível e não gosta, e recomendado para não ler.

● Capítulo um pouco pesado e explícito para leitores sensíveis, se você é sensível e não gosta, e recomendado para não ler

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Abro meus olhos devagar, sentindo um mal-estar insuportável que parece pulsar em cada fibra do meu ser. O ambiente ao meu redor é confuso e distorcido, como se eu estivesse emergindo de um pesadelo profundo. Tento focar, mas a luz amarelada que ilumina o local é ofuscante e cria sombras dançantes nas paredes desgastadas. O teto, coberto de manchas e sujeira, parece quase desmoronar sobre mim.

Não sei quantas horas se passaram ou há quanto tempo estou aqui, mas a sensação de que faz muito tempo me consome. Minhas pernas estão dormentes, presas na cadeira dura e fria, como se o tempo tivesse congelado.

À minha frente, uma grande porta de ferro vermelha se destaca no ambiente opressivo. A pintura descascada revela o metal enferrujado por trás, e a porta parece mais uma barreira para a liberdade do que uma saída. Meu coração acelera ao pensar que essa pode ser a única forma de escapar deste inferno.

Com um esforço monumental, tento me levantar, mas logo sou puxada de volta ao chão, como se correntes invisíveis me mantivessem presa. Meus pés estão atados, assim como minhas mãos, e uma onda de desespero me invade.

Droga! O que é isso? Onde estou? Essas perguntas ecoam na minha mente enquanto a realidade da situação se instala.

Com um pequeno impulso, tento mover a cadeira para retomar alguma posição confortável. É em vão; ela range em protesto e não se move do lugar.

As memórias são turvas; não faço a menor ideia do que aconteceu antes de estar aqui. Tudo que consigo recordar é da pressa em correr para o quarto onde havia câmeras em casa — talvez uma forma de proteção ou um último recurso — mas não pude fazer nada. Uma escuridão repentina me envolveu, e fui nocauteada por um cheiro repugnante que parecia penetrar em meus pulmões. O pensamento desse momento é estressante; que inferno é esse afinal?

O cheiro desse lugar é nauseante; o odor de sangue velho invade minhas narinas como uma névoa pesada, fazendo com que eu me contorça involuntariamente. É uma mistura insuportável: além do sangue, há um forte odor de urina impregnado nas paredes mal rebocadas. Minha visão se ajusta lentamente ao ambiente sombrio; as paredes estão cobertas por manchas escuras e poeira acumulada, como se ninguém tivesse pisado ali por anos.

Um nó se forma na minha garganta enquanto tento assimilá-lo tudo — cada som abafado ao meu redor parece amplificado pela solidão do espaço. Vagueio meu olhar ao redor em busca de qualquer falha ou sinal de escape; preciso sair daqui. Meus cabelos longos e desgrenhados estão grudados em meu rosto, atrapalhando parte da minha visão e aumentando minha frustração.

𝗠𝘆 𝗱𝗲𝗺𝗼𝗻𝗶𝗰 𝗺𝗼𝗯𝘀𝘁𝗲𝗿Onde histórias criam vida. Descubra agora