Capítulo 9 - A família Briefs.

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     No final do expediente de trabalho, que para Trunks havia sido um longuíssimo e frustrante dia. Antes que pudesse sair da empresa, ainda em seu escritório se comunicou com seus pais, lhes dizendo que iria jantar com eles. Antes que partisse para a mansão dos Briefs, ele esteve em seu apartamento para que pudesse se trocar, Se preparou vestindo trajes tradicionais de costume de seu dia a dia, para que pudesse estar de forma básica e adequada, na presença de seus pais. Caminhou até o estacionamento do condomínio, desalarmou o Mustang. E colocou Lucky no assento do passageiro, e acelerou os motores em direção ao casarão que antes também foi membro pertencente aquela casa, mas sempre que quisesse, era muito bem vindo aquela residência, e tinha toda liberdade e privilégio para ficar o tempo necessário que fosse, ainda havia seu quarto reservado, onde antes de ir morar só em seu apartamento, ele o ocupava.

Ao se aproximar, acionou o interfone e logo os portões se abriram para que ele pudesse colocar o carro na área segura da mansão, onde não correria risco de malfeitores levarem o veículo esportivo ou o arranharem, era o mesmo local onde a família Briefs guardavam seus estimáveis luxuosos automóveis.

Em seguida Trunks desligou os motores e apeou dando meia volta, enquanto segurava Lucky nos braços. Logo adentrou a sala de estar e encontrou sua mãe, que de forma vagarosa, descia as escadas, com seus descentes finos trajes, tecidos em púrpura e seus sapatos de salto alto, em detalhes aperolado e dourado de preços exorbitante.

_ mamãe! _ ele se virou para observa-la. Assim indo em direção a ela, a estendendo a mão.

_ filho! _ ela segurou a mão dele. Ainda descendo o último degrau.

_ como a senhora está elegante! _ ele a beija a testa.

_ obrigado filho! _ ele se soltou das mãos dele, ao notar que ele abraçava com lucky. _ outra vez está com esse vira lata? _ ela o encarou, de forma conspiradora e repugnante.

_ mamãe não gosto que fale assim do Lucky! _ Trunks, a repreendeu ao sentir magoado por ela ter insultado o seu animalzinho de estimação.

_ Trunks pare de tratar um cachorro como se fosse seu próprio filho! _ ela o chamou a atenção, ao observar a forma de como ele aconchegava o cãozinho aos braços, como se estivesse segurando um recém-nascido.

_ mamãe não me peça que trate o Lucky de outra forma. Pois será desta forma que o tratarei enquanto ele viver. _ ele respondeu a mãe, com um tom de voz brando, pacífico e razoável. Pois não ousaria levantar a voz para a mãe, mesmo que ela o criticasse o debochando.

_ ah filho!... _ ela suspirou ao menciona-lo com o dedo indicador. _ Você precisa de uma esposa. Juntos construírem uma história de amor, planejarem um futuro e terem filhos! _ disse ela se sentando ao sofá.

_ mamãe não me diga o que tenho que fazer! _ ele a contradizia, ao se sentar ao lado dela, ainda segurando, Lucky.

_ porque não marca a data do casamento com a marron? Pois os pais dela é pessoas de confiança pois são amigos íntimos da família a muitos anos. E são executivos importantíssimos, trabalham para o governo. _ Bulma cruzou as pernas. _ isto beneficia muito a corporação cápsula, se casando com a filha de um legislativo que está quase quanto tanto a altura do presidente do país. _ Bulma, começou a movimentar um leque, de um lado para o outro o fazer ventilar seu próprio rosto.

_ não quero me casar com a Marron.... _ Trunks reprovava a proposta da mãe, quando ela o interrompeu.

_ tudo bem que não queira se casar com ela. Mas então se case com a Britney que é um bom partido; indispensável. _ Bulma cruzou as pernas, enquanto observava o filho.

Um dia meu primeiro amorOnde histórias criam vida. Descubra agora