Onde eu escrevo imagines sobre ℬillie ℰilish, trazendo histórias criativas e cativantes. Nessas narrativas, eu misturo detalhes da personalidade real da Billie com situações fictícias que refletem a vida emocional e os conflitos que ela poderia vive...
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[ 𝗻𝗼𝗺𝗲 ] 𝗉𝗈𝗂𝗇𝗍 𝗈𝖿 𝗏𝗂𝖾𝗐
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Eu estava no sofá da minha casa, enrolada em uma manta, quando ouvi a campainha tocar. Olhei para o relógio na parede e, surpresa, percebi que não esperava ninguém àquela hora. Quando abri a porta, lá estava ela — Billie, sorrindo de um jeito travesso, com uma sacola de papel nas mãos.
— O que você está fazendo aqui? — perguntei, não conseguindo esconder o sorriso.
— Senti sua falta. E trouxe sushi. — Ela levantou a sacola, balançando-a levemente.
Dei espaço para que ela entrasse, ainda meio surpresa com a visita inesperada. Ela estava usando um moletom folgado e o mesmo tênis bege de sempre, mas era o jeito descontraído de Billie que sempre me fazia sentir em casa. Ela largou a sacola na mesa da cozinha e me puxou para um abraço apertado.
— Pensei que poderíamos ter uma noite tranquila — murmurou contra meu cabelo, seu abraço reconfortante.
— Noite tranquila com você? — brinquei. — Isso é um milagre!
Billie riu, soltando-me e tirando as caixinhas de sushi da sacola. Sentamos juntas no chão da sala, com a luz fraca iluminando o ambiente de maneira acolhedora. Conversamos sobre tudo e nada — desde os planos para o fim de semana até a última série que ela tinha começado a assistir.
Depois que terminamos de comer, ela se deitou no sofá, puxando-me para perto de si, me fazendo deitar com a cabeça em seu peito. Ficamos assim por alguns minutos, em silêncio, apenas aproveitando a companhia uma da outra. Billie começou a brincar com meus cabelos, seus dedos leves, e eu fechei os olhos, apreciando o momento de calmaria.
— Você já parou pra pensar em como as coisas mudaram? — Billie perguntou, sua voz baixa.
— Como assim? — Perguntei, levantando a cabeça para olhar para ela.
— Nós. Um dia eu te conheci, e agora, estamos aqui, assim. Juntas. Isso é louco, de um jeito bom.
Sorri e inclinei a cabeça, beijando suavemente sua bochecha.
— Eu também acho isso incrível. Estar com você é como viver um sonho — confessei.
Ela riu baixinho, puxando-me para mais perto e beijando o topo da minha cabeça.
— Acho que estamos vivendo nosso próprio final feliz — disse ela, sussurrando, antes de se ajeitar no sofá e puxar a manta para cobrir nós duas.
A noite seguiu tranquila, mas cheia de significado. A felicidade simples de apenas estar ali com Billie, sem pressa, sem expectativas, era tudo o que eu precisava naquele momento.
Com carinho, kitty
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