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𝐂𝐇𝐈𝐂𝐎 𝐌𝐎𝐄𝐃𝐀𝐒
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A música soava de forma intensa ao fundo, mas, para mim, tudo parecia em câmera lenta. As luzes, os flashes, as pessoas ao redor, nada disso importava – porque Maya estava ali, e era como se todo o resto simplesmente desaparecesse. Quando ela surgiu, vestindo aquele vestido que parecia feito pra ela, cada detalhe moldando suas curvas com elegância e um toque de ousadia... eu senti meu coração perder o ritmo.
Ela não só andava pela passarela; ela comandava aquele espaço como se fosse seu território. Cada passo tinha uma confiança que era difícil de ignorar, impossível de resistir. Era o tipo de coisa que fazia qualquer um esquecer que estava num desfile e pensar que estava diante de uma rainha. E eu estava ali, no meio daquela multidão, encarando-a como se ela fosse uma visão de outro mundo.
De onde eu estava, dava pra ver os olhares fixos nela, a plateia hipnotizada. Um orgulho misturado com ciúme surgiu dentro de mim – um sentimento que eu nem sabia que poderia ter. Não era meu estilo ficar assim, mas ali, vendo Maya brilhando daquele jeito, eu percebia que qualquer um naquela sala podia ver o que eu já tinha descoberto: ela era especial.
Quando ela chegou ao final da passarela e fez uma pausa, era como se o universo inteiro girasse em torno dela. Nossos olhares se cruzaram por um instante, e eu senti um arrepio percorrer o corpo. Talvez fosse coisa da minha cabeça, mas parecia que havia algo ali, uma conexão invisível que nem mesmo eu sabia explicar. Senti que precisava desviar o olhar, tentando disfarçar uma risada baixa. Nunca pensei que ficaria tão… patético, mas era assim que me sentia: hipnotizado, fascinado, completamente sortudo de estar ali, testemunhando tudo.
Enquanto os fotógrafos ao meu lado disparavam um flash atrás do outro em direção a ela, me aproximei de um deles, fingindo desinteresse.
– E aí, o que você acha dela? – perguntei, tentando manter a pose.
O fotógrafo assobiou e respondeu, com os olhos brilhando:
– Ela é fantástica. Essa presença… é rara, cara, muito rara.
Eu sorri, satisfeito.
– É, ela é única – murmurei, mais pra mim do que pra ele.
E ali estava ela, voltando ao palco, ainda mais radiante. Eu sabia que essa era só uma faceta dela, mas naquele momento, ela parecia ter sido feita pra ser admirada.
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Lembrei que eu tenho que dormir, posto o resto amanhã.