𝟐𝟕

116 9 0
                                    

𝐌𝐀𝐘𝐀 𝐐𝐔𝐄𝐈𝐑𝐎𝐙

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

𝐌𝐀𝐘𝐀 𝐐𝐔𝐄𝐈𝐑𝐎𝐙

𝐌𝐀𝐘𝐀 𝐐𝐔𝐄𝐈𝐑𝐎𝐙

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.


Maya desceu do Uber ajeitando a saia jeans e olhando para o tênis personalizado do Palmeiras. Chico, com a camiseta rubro-negra, desceu logo atrás, carregando um sorriso provocador.

— Lindinho, olha essa camisa. Você tem certeza que quer entrar no Allianz assim? — disse ela, indicando o número 9 nas costas dele. — Eu não vou te proteger se der problema.

— Ah, Maya, relaxa. Sou flamenguista raiz. Aqui é coração forte. Você devia se preocupar é com o Palmeiras. Vamos combinar: 2 a 0 no Maracanã foi aula. Hoje é só manutenção.

Maya bufou, puxando a alça da bolsa.

— Manutenção, é? Quero só ver a cara do “coração forte” quando o Allianz explodir com o primeiro gol.

Os dois caminharam lado a lado até o Shopping Bourbon. Do lado de fora, o clima era uma mistura de ansiedade e provocação entre as torcidas. Maya parou, apontando para o estádio ao fundo.

— Escuta bem, Chico. Você vai reto até o portão D, que é a entrada dos visitantes. Se se perder, manda mensagem. Mas não pensa que eu vou sair correndo pra te ajudar, não.

— Portão D, beleza. E você?

— Portão A. Central Oeste. Lugar de quem tem classe.

Chico riu.

— Lugar de quem vai chorar no final, você quer dizer.

Maya estreitou os olhos, mas não respondeu. Já estava concentrada no jogo que começaria em pouco tempo.

— Vai, antes que eu me arrependa de ter te trazido.

— Tá bom, Palmeirense. Só não esquece: hoje é dia de aula de novo.

Eles se separaram, cada um seguindo para sua torcida, com o coração acelerado pela rivalidade e algo mais que ainda não podiam admitir.

No Allianz Parque

O estádio estava pulsando. A torcida do Palmeiras era ensurdecedora, cantando em uníssono para empurrar o time. Maya sentia o coração acelerar com cada passe, cada tentativa de ataque.

Aos sete minutos, o momento tão esperado:

— Vitor Reis sobe na segunda trave! É GOL! — gritou o narrador no telão.

O Allianz veio abaixo. Maya pulou, gritou, abraçou estranhos ao seu redor.

Na área dos visitantes, Chico cruzou os braços, um sorriso discreto no rosto enquanto fingia não se abalar.

O jogo seguiu intenso. O Palmeiras pressionava, mas o Flamengo segurava o placar agregado. Quando o apito final soou, o estádio inteiro parecia suspirar de frustração.

Maya saiu pelo portão A, o rosto fechado e a passos rápidos. Chico a encontrou no ponto de encontro, a camiseta do Flamengo impecável e o sorriso de sempre.

— Não fala nada, Chico. Nada — avisou ela antes que ele pudesse abrir a boca.

Ele a seguiu, tentando esconder o riso.

— Eu ia te elogiar, sabia? Você torce bonito. Um 1 a 0 digno. Pena que não foi o suficiente.

Maya parou abruptamente, apontando o dedo para ele.

— Se você abrir a boca pra me zoar, eu te faço voltar de Uber sozinho!

— Tá bom, tá bom. Sem zoar... muito. Mas, ó, confesso que ver você vibrando no gol foi quase bonito demais. Acho que vou até perdoar o ódio contra meu Mengão.

Ela bufou, retomando os passos, mas Chico a alcançou.

— Ei, calma aí. Tô brincando, Palmeirense brava. — Ele segurou o braço dela de leve, a voz mais suave. — Você tá linda até frustrada.

Maya olhou para ele de lado, tentando esconder o sorriso.

— Cala a boca, Chico.

Ele riu, passando o braço pelos ombros dela enquanto caminhavam em direção ao Shopping. Mesmo no meio da rivalidade, havia algo mais forte os conectando.

 Mesmo no meio da rivalidade, havia algo mais forte os conectando

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.


Oii divas

Estou achando vcs muito paradas, estão gostando da história? Preciso saber divas

𝐈𝐍𝐅𝐑𝐀𝐍𝐆𝐈𝐋𝐈𝐁𝐄- 𝐂𝐇𝐈𝐂𝐎 𝐌𝐎𝐄𝐃𝐀𝐒Onde histórias criam vida. Descubra agora